Cinema, aspirinas e urubus

Cinema, aspirinas e urubus (Marcelo Gomes, 2005)

Cinema, aspirinas e urubus. Direção: Marcelo Gomes. Produção: Maria Ionescu. Roteiro: Karim Aïnouz, Paulo Caldas, Marcelo Gomes, João Miguel. Música: Tomaz Alves Souza. Fotografia: Mauro Pinheiro Jr. Edição: Karen Harley. Design de produção: Marcos Pedroso. Elenco: João Miguel, Peter Ketnath, Madalena Accioly, Jeane Alves, Veronica Cavalcanti e outros. ― 2005, Brasil. 1h 39min. Em português, alemão. Classificação indicativa: 14 anos.

Em 1942, no meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da Guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que já haviam conhecido o cinema, para vender um remédio ‘milagroso’. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nessa jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre. .

Ficha técnica: [Cinemateca Brasileira] [IMDB]

Comentários e críticas

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Splendor

 

Splendor (Ettore Scola, 1989)

20 jun.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Splendor. Direção e roteiro: Ettore Scola (1931–2016). Música: Armando Trovajoli. Fotografia: Luciano Tovoli. Edição: Francesco Malvestito. Design de produção: Luciano Ricceri. Elenco: Marcello Mastroianni (1924–1996), Massimo Troisi (1953–1994), Marina Vlady (1938-), Paolo Panelli, Pamela Villoresi e outros.
― 1989, Itália, França. 1h 50min. Em italiano, com legendas em português.

Jordan tem seu próprio cinema na Itália, chamado Splendor. Chantal é sua esposa e caixa do cinema, enquanto Luigi é um amigo da família e projecionista dos filmes. E tudo parecia tranquilo até que as pessoas se desinteressaram pelo cinema. Jordan recebe uma proposta para vender a sala para um outro ramo de negócio. Talvez seja a solução para pagar suas dívidas, embora seja o fim de seus sonhos.

Livre para todos os públicos

Um pano branco estendido e um menino sentado em frente dele. Esse é o cinema de Ettore Scola. Nessa emocionante narrativa, o diretor italiano provoca a nostalgia no espectador ao projetar, na tela do cinema Splendor, alguns dos sucessos que conquistaram o mundo. Filmes dentro do filme. A metalinguística aqui não é apenas um diálogo, mas também uma homenagem.

Gabriela Miranda

 

 

Críticas e comentários

Cinema Paradiso

Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore, 1988)

13 jun.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Nuovo cinema Paradiso (Cinema Paradiso). Direção: Giuseppe Tornatore. Produção: Franco Cristaldi, Giovanna Romagnoli. Roteiro: Giuseppe Tornatore, Vanna Paoli. Música: Ennio Morricone. Fotografia: Blasco Giurato. Edição: Mario Morra. Design de produção: Andrea Crisanti. Elenco: Antonella Attili, Enzo Cannavale, Isa Danieli, Leo Gullotta, Marco Leonardi e outros.
― 1988, Itália, França. 2h 35min. Em italiano, com legendas em português.

O menino Toto se encanta pelo cinema e inicia uma grande amizade com o projecionista de sua pequena cidade. Já adulto e agora um cineasta bem-sucedido, Toto volta a lembrar de sua infância ao descobrir que seu velho amigo faleceu.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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Ladrões de bicicleta

Ladri di Bicilette

6 jun.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Ladri di bicilette (Ladrões de bicicleta). Direção: Vittorio De Sica (1901–1974). Produção: Giuseppe Amato, Vittorio De Sica. Roteiro: Cesare Zavattini, Oreste Biancoli, Suso Cecchi D’Amico, Vittorio De Sica, Adolfo Franci, Gherardo Gherardi, Gerardo Guerrieri, baseado no romance homônimo de Luigi Bartolini. Música: Alessandro Cicognini. Fotografia: Carlo Montuori. Edição: Eraldo Da Roma. Elenco: Lamberto Maggiorani, Enzo Staiola, Lianella Carell, Elena Altieri, Gino Saltamerenda e outros.
― 1948, Itália. 1h 29min. Em Italiano, com legendas em português

Em Roma um trabalhador de origem humilde, Antonio Ricci, luta para sustentar a família. Precisando de uma bicicleta para começar em um novo emprego, Ricci penhora as roupas de cama da casa. Para desespero da família, a bicicleta é roubada e Antonio sai junto com o filho Bruno para procurá-la pela cidade.

Livre para todos os públicos

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Desajustados

Desajustados  - Dagur Kári.jpg

30 maio
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Fúsi (Desajustados). Direção: Dagur Kári. Produção: Agnes Johansen, Baltasar Kormákur. Roteiro: Dagur Kári. Música: Karsten Fundal, Dagur Kári. Fotografia: Rasmus Videbæk. Edição: Olivier Bugge Coutté Andri Steinn. Elenco: Gunnar Jónsson, Ilmur Kristjánsdóttir, Sigurjón Kjartansson, Margrét Helga Jóhannsdóttir, Franziska Una Dagsdóttir e outros.
― 2015, Islândia, Dinamarca. 1h 34min. Em islandês, com legendas em português.

Fúsi tem 43 anos, é corpulento, tímido e solitário. Mora com a mãe, trabalha no setor de bagagens de um aeroporto. Seu único amigo, casado e com filhos, compartilha com ele a paixão por colecionar miniaturas de soldados e tanques da Segunda Guerra Mundial. A rotina é alterada quando Fúsi conhece Sjöfn, em um curso de dança de salão.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

 

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As três máscaras de Eva

As três máscaras de Eva - Nunnally Johnson

23 maio
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

The three faces of Eve (As três máscaras de Eva). Direção: Nunnally Johnson. Produção: Nunnally Johnson. Roteiro: Nunnally Johnson, baseado no livro “The three faces of Eve, a case of multiple personality” (1957), de Corbett Thigpen e Hervey M. Cleckley Música: Robert Emmett Dolan. Fotografia: Stanley Cortez. Edição: Marjorie Fowler. Elenco: Joanne Woodward, David Wayne, Lee J. Cobb, Edwin Jerome, Alena Murray e outros.
― 1957, Estados Unidos. P&B, 1h 31min. Em inglês, com legendas em português.

Eva White sofre de constantes dores de cabeça e desmaios e resolve se consultar com o psiquiatra dr. Luther. Após ser hipnotizada, descobre ter duas outras personalidades: uma mulher impulsiva e cheia de vida e uma garota submissa à própria mãe.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

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Leolo… porque eu sonho…

16 maio
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Léolo (Leolo… porque eu sonho…). Direção e roteiro: Jean-Claude Lauzon (1953–1997). Produção: Aimée Danis, Lyse Lafontaine. Fotografia: Guy Dufaux. Edição: Michel Arcand. Elenco: Maxime Collin, Gilbert Sicotte, Ginette Reno, Denys Arcand, Julien Guiomar e outros.
― 1992, Canadá, França. 1h 47min. Em francês, com legendas em português.

Bairro operário de Montréal, nos anos 1950. Em uma família pobre, uma loucura hereditária que vem do avô e passa pelo pai atinge inexorável as quatro crianças da família. Léolo, o caçula, tenta escapar, refugiando-se na fantasia. A partir de sua fantasia onde sua mãe é fertilizada por um tomate portador do esperma de um camponês da Sicília, Léolo nega a nacionalidade quebequense e se declara italiano. Mergulhado em seu próprio mundo de fantasias, o menino tenta provar que não está destinado à loucura.

« Parce que moi je rêve,
moi je ne le suis pas. »

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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