Dom Helder Camara: o santo rebelde

Helder Camara

No dia 8 de dezembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum do Centro Cultural de Brasília (Jesuítas) apresenta o documentário Dom Helder Camara: o santo rebelde, dirigido pela cineasta brasileira Erika Bauer.

A apresentação do filme Dom Helder Camara: o santo rebelde insere-se na programação de comemoração dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II.

«Se dou comida aos pobres, eles me chamam de santo.
Se eu pergunto por que os pobres não têm comida, eles me chamam de comunista.»

Dom Helder Câmara

Sinopse

O Santo Rebelde revela, com imagens raras e depoimentos exclusivos, a trajetória de Dom Helder Camara (1909 – 1999), poeta e Arcebispo de Olinda e Recife no período de 1964 a 1985. Idealizador da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), denunciou e trabalhou contra as injustiças que assolavam o Brasil do século XX, enquanto via na desigualdade social a verdadeira ameaça à humanidade. Sua luta o levou a ser censurado por onde anos no Brasil durante a ditadura militar. Dom Helder foi indicado quatro vezes ao Nobel da Paz.

Dom Helder Camara: o santo rebelde. Brasil: 2004. Direção: Erika Bauer. Distribuidor: Pandora Filmes. 74 min.

 

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Indicação de leituras

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Paulo VI (parte 2)

Paolo VI - Il Papa nella tempesta (2008)

No dia 1º de dezembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta a segunda parte do filme Paulo VI, o Papa na tempestade dirigido pelo cineasta italiano Fabrizio Costa.

A apresentação deste filme insere-se nas comemorações dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962 – 1965).

 

Sinopse

Cinebiografia de Giovanni Battista Montini (1897-1978), que se tornaria Paulo VI, ao suceder, em 1963, ao Papa João XXIII. O enredo tem como evento de base o sequestro e assassinato de Aldo Moro (1916-1978), amigo de Paulo VI. Por meio das memórias do pontífice, já octogenário, percorrem-se momentos chave da vida de Montini, imersos na vida da Igreja e do Mundo. A primeira parte apresenta o período em que atuou na Secretaria de Estado no Vaticano (1922 – 1954), sua atuação como assistente eclesiástico da Federação Universitária Católica Italiana (Fuci), sua atuação como Arcebispo de Milão (1954 – 1963), sua atuação como padre conciliar no Vaticano II. A primeira parte encerra-se com sua eleição ao papado e continuação do Concílio. A segunda parte mostra sua atuação firme na condução do Concílio, suas viagens pastorais e o enfrentamento da implementação das decisões do Concílio. Um retrato multiforme que percorre cinquenta anos de história que mudou a fisionomia da Igreja Católica no mundo contemporâneo.

Paolo VI, Il Papa nella tempesta – Paulo VI, o papa da misericórdia (Paulo VI, o Papa na tempestade). Itália: 2008. Direção: Fabrizio Costa. Roteiro: Francesco Arlanch, Maura Nuccetelli, Gianmario Pagano. Elenco: Fabrizio Gifuni, Mauro Marino, Antonio Catania, Mariano Rigillo, Claudio Botosso e outros. Música: Marco Frisina. Fotografia: Giovanni Galasso. Edição: Nicola Bonifati, Alessandro Corradi. Figurino: Enrica Biscossi. 102 min (1ª parte), 96 min (2ª parte), em italiano, latim, com legenda em português.

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Textos de apoio

Paulo VI

 Paolo VI - Il Papa nella tempesta (2008)

No dia 24 de novembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta a primeira parte do filme Paulo VI, o Papa na tempestade dirigido pelo cineasta italiano Fabrizio Costa.

A apresentação deste filme insere-se nas comemorações dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962 – 1965).

 

Sinopse

Cinebiografia de Giovanni Battista Montini (1897-1978), que se tornaria Paulo VI, ao suceder, em 1963, ao Papa João XXIII. O enredo tem como evento de base o sequestro e assassinato de Aldo Moro (1916-1978), amigo de Paulo VI. Por meio das memórias do pontífice, já octogenário, percorrem-se momentos chave da vida de Montini, imersos na vida da Igreja e do Mundo. A primeira parte apresenta o período em que atuou na Secretaria de Estado no Vaticano (1922 – 1954), sua atuação como assistente eclesiástico da Federação Universitária Católica Italiana (Fuci), sua atuação como Arcebispo de Milão (1954 – 1963), sua atuação como padre conciliar no Vaticano II. A primeira parte encerra-se com sua eleição ao papado e continuação do Concílio. A segunda parte mostra sua atuação firme na condução do Concílio, suas viagens pastorais e o enfrentamento da implementação das decisões do Concílio. Um retrato multiforme que percorre cinquenta anos de história que mudou a fisionomia da Igreja Católica no mundo contemporâneo.

Paolo VI, Il Papa nella tempesta – Paulo VI, o papa da misericórdia (Paulo VI, o Papa na tempestade). Itália: 2008. Direção: Fabrizio Costa. Roteiro: Francesco Arlanch, Maura Nuccetelli, Gianmario Pagano. Elenco: Fabrizio Gifuni, Mauro Marino, Antonio Catania, Mariano Rigillo, Claudio Botosso e outros. Música: Marco Frisina. Fotografia: Giovanni Galasso. Edição: Nicola Bonifati, Alessandro Corradi. Figurino: Enrica Biscossi. 102 min (1ª parte), 96 min (2ª parte), em italiano, latim, com legenda em português.

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Textos de apoio

Francesco

Mickey Rourke - Francesco ( Liliana Cavani, 1989)

No dia 17 de novembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Francesco, dirigido pela cineasta italiana Liliana Cavani.

Sinopse

Vida de São Francisco de Assis (c. 1182 – 1226), narrada por seus companheiros e companheiras nos primeiros anos do franciscanismo.

Francesco (Francesco: a história de São Francisco de Assis). Itália, Alemanha Ocidental: 1989. Direção: Liliana Cavani. Roteiro: Liliana Cavani, Roberta Mazzoni. Elenco: Mickey Rourke, Helena Bonham Carter, Andréa Ferréol, Nikolaus Dutsch, Peter Berling e outros. Música: Vangelis. Fotografia: Ennio Guarnieri, Giuseppe Lanci. Edição: Gabriella Cristiani. Direção de arte: Danilo Donati. 120 min, em italiano, com legenda em português.

Livre para todos os públicos

Entrada franca

Comentários, críticas, textos de apoio

Cristo parou em Eboli

Cristo parou em Eboli (Francesco Rosi, 1979)

No dia 10 de novembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Cristo parou em Eboli, dirigido pelo cineasta italiano Francesco Rosi (1922–2015).

Sinopse

Inspirado no romance autobiográfico de Carlo Levi (1902-1975), o filme narra a vida de um médico e escritor antifascista colocado sob prisão domiciliar em 1935 em uma remota vila italiana. Proibido de exercer qualquer atividade, incluindo a prática da medicina, ele descobre o mundo camponês, longe dos círculos intelectuais, até ser libertado dois anos depois já tendo ganhado a estima dos agricultores pobres da região.

Cristo si è fermato a Eboli (Cristo parou em Eboli). Itália, França: 1979. Direção: Francesco Rosi. Roteiro: Francesco Rosi, Tonino Guerra, Raffaele La Capria, baseado no romance autobiográfico de Carlo Levi “Cristo si è fermato a Eboli”, de 1945. Elenco: Gian Maria Volonté, Irene Papas, Paolo Bonacelli, Alain Cuny, Lea Massari e outros. Música: Piero Piccioni. Fotografia: Pasqualino De Santis. Edição: Ruggero Mastroianni. 150 min, em italiano, com legenda em português.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Entrada franca

Comentários, críticas, textos de apoio

Jan Hus

Jan Hus (Otakar Vávra, 1954)

No dia 3 de novembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Jan Hus: o reformador cristão, dirigido pelo cineasta checo Otakar Vávra (1911–2011).

Esta apresentação insere-se na memória celebrativa dos 600 anos do martírio de Jan Hus e dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II.

Hus é uma figura memorável por muitas razões.
Mas foi sobretudo a sua coragem moral diante das adversidades e da morte
que o tornou figura de especial relevância para o povo tcheco,
também ele duramente provado ao longo dos séculos.

São João Paulo II

 

Sinopse

Apresenta os principais momentos da trajetória de Jan Hus (1369 – 1415), teólogo, pregador e reformador que viveu no Reino da Boêmia, atual República Checa. Seus sermões contra os privilégios do clero, a defesa da reforma religiosa e da autoridade suprema da Bíblia, as polêmicas com o papado, o combate à venda das indulgências e, por fim, seu julgamento e martírio na fogueira no Concílio de Constança em 1415. O filme Jan Hus (1954) inicia a Trilogia Hussita (Husitská trilogie), de Otakar Vávra que continua com Jan Žižka (1955) e Proti všem (1957).

Jan Hus (Jan Hus: o reformador cristão). Checoslováquia: 1954. Direção: Otakar Vávra. Roteiro: Milos Václav Kratochvíl, Otakar Vávra, baseado no romance homônimo de Aloise Jiráska (1851-1930). Elenco: Zdenek Stepánek, Karel Höger, Vlasta Matulová, Ladislav Pesek, Gustav Hilmar e outros. Música: Jirí Srnka. Fotografia: Václav Hanus. Edição: Antonín Zelenka. Direção de arte: Oldrich Okác, Jirí Trnka. Figurino: Josef Matej Gottlieb, Vladimír Synek, Ladislav Tomek, Jirí Trnka, Fernand Vácha. 125 min, em checo, com legenda em português.

Entrada franca

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Comentários e críticas

Joana d’Arc (1948)

Joana d’Arc (Victor Fleming, 1948)

No dia 15 de setembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Joana d’Arc, dirigido pelo cineasta estadunidense Victor Fleming (1889–1949).

Este filme integra o Pequeno Festival Ingrid Bergman (1915–1982), na comemoração do centenário de seu nascimento.

#IngridBergman100

Sinopse

França, início do século XV. O Delfim de França, herdeiro da coroa, vem perdendo sucessivas batalhas e não consegue ser coroado rei, pois a capital está invadida pelos ingleses. Joana, uma jovem de 14 anos, tem escutado vozes que a chamam para comandar o exército francês à vitória. Já crescida, o príncipe-herdeiro da França decide enviá-la para o campo de batalha. Ela guia os franceses à vitória enfrentando intensas batalhas, até que finalmente a cidade real volta ao poder da França e seu Rei finalmente é coroado. Mas ela é traída e entregue aos ingleses, que a levam ao tribunal da igreja, a acusam de heresia e a condenam à fogueira por não se submeter a eles.

Joan of Arc (Joana d’Arc). Estados Unidos: 1948. Direção: Victor Fleming. Roteiro: Maxwell Anderson, Andrew Solt, baseado na peça de teatro “Joan of Lorraine”, Maxwell Anderson. Elenco: Ingrid Bergman, Francis L. Sullivan, J. Carrol Naish, Ward Bond, Shepperd Strudwick e outros. Música: Hugo Friedhofer. Direção de fotografia: Winton C. Hoch; William V. Skall; Joseph A. Valentine. Edição: Frank Sullivan. 145 min, em inglês, com legendas em português.

Entrada franca

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Leituras sugeridas