Um gato em Paris

Um gato em Paris (Jean-Loup Felicioli e Alain Gagnol, 2010)
11 DE OUTUBRO
terça-feira − 19h30

Une vie de chat (Um gato em Paris). Direção: Jean-Loup Felicioli, Alain Gagnol. Roteiro: Alain Gagnol, Jacques-Rémy Girerd. Música: Serge Besset.
― França, Países Baixos, Suíça, Bélgica, 2010. Cor, 75 min. Em francês, com legendas em português.

Dino é um gato que divide a vida entre duas casas. Durante o dia ele fica ao lado de Zoé, a filha de Jeanne, que é delegada de polícia. À noite ele acompanha Nico, um ladrão de grande habilidade que perambula pelos tetos de Paris em busca de novos roubos. Jeanne investiga vários roubos de joias e ainda precisa proteger o Colosso de Nairóbi, um monumento famoso cobiçado por Victor Costa. Dino é testemunha de tudo o que acontece com seus dois parceiros e, por causa disto, vive várias aventuras.

Livre para todos os públicos

Críticas e comentários

 

A guerra dos botões (2011)

La guerre des boutons (Yann Samuell, 2011)

No dia 25 de agosto, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme A guerra dos botões (2011), dirigido pelo cineasta francês Yann Samuell.

Sinopse

Como em todos os anos no retorno às aulas, os estudantes de Longeverne, liderados por Lebrac, declaram guerra aos de Velrans. Numa dessas batalhas, Lebrac tem uma ideia – arrancar todos os botões e confiscar os cintos dos presos para que sejam castigados pelos próprios pais. Segundo Luiz Zanin, uma metáfora antibélica sempre atual.

La guerre des boutons (A guerra dos botões). França: 2011. Direção: Yann Samuell. Roteiro: Yann Samuell, baseado no romance de Louis Pergaud (1882-1915). Elenco: Eric Elmosnino, Mathilde Seigner, Fred Testot, Alain Chabat, Vincent Bres e outros. Música: Klaus Badelt. Fotografia: Julien Hirsch. Edição: Sylvie Landra. 109 min, em francês, com legendas em português.

Entrada franca

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Comentários e críticas

Filmes relacionados

  • War of the Buttons (A guerra dos botões). Reino Unido, França, Japão: 1994, 94 min, em inglês. Direção: John Roberts. Roteiro: Colin Welland, baseado no romance de Louis Pergaud. Elenco: Gregg Fitzgerald, Gerard Kearney, Darragh Naughton.
  • La guerre des boutons (A guerra dos botões). França: 1962. Direção: Yves Robert. Roteiro: François Boyer, baseado no romance de Louis Pergaud. Elenco: Jacques Dufilho, Yvette Etiévant, Michel Galabru. 90 min, P&B, em francês.

Peixe grande e suas histórias maravilhosas

Big Fish • Peixe grande e suas histórias maravilhosas ― Tim Burton (2003)

No dia 6 de agosto, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB apresenta o filme Peixe grande e suas histórias maravilhosas, do norte-americano Tim Burton.

A apresentação do filme Peixe grande homenageia os pais, cujo dia celebramos em agosto.

Sinopse

Edward Bloom sempre foi um contador de histórias sobre sua extravagante vida como adolescente, quando seu desejo de viajar o levou de uma pequena cidade no Alabama, para uma volta ao mundo todo. Suas explorações místicas variam do divertimento ao delírio, quando conta histórias sobre gigantes, feiticeiras e duas cantoras gêmeas siamesas. Com suas histórias exageradas, Bloom encanta a quase todos que encontra, exceto seu filho Will. Quando sua mãe Sandra tenta aproximá-los, Will precisa aprender a separar a realidade da ficção conhecendo os grandes feitos e as grandes derrotas de seu pai. Uma jornada que aprofunda o relacionamento de um pai e seu filho.

Big Fish Peixe grande e suas histórias maravilhosas ― Tim Burton (2003) Estados Unidos. Roteiro: John August, baseado no romance homônimo de Daniel Wallace. Elenco: Ewan McGregor, Albert Finney, Billy Crudup. (125 min). Distribuidor: Sony Pictures. Idioma: Inglês, legendas em português.

ENTRADA FRANCA

Classificação indicativa

Livre para todos os públicos

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O castelo de minha mãe

O castelo de minha mãe ― Yves Robert (1990)

No dia 14 de maio, terça-feira, às 19h30, no Centro Cultural de Brasília, o Cine-Fórum apresenta o filme O castelo de minha mãe, dirigido pelo francês Yves Robert (1920–2002).

O castelo de minha mãe insere-se na programação de maio em homenagem às mães.

Não direi nem mal nem bem de mim. Não é da criança que eu fui que falo, mas da criança que não sou mais.

Marcel Pagnol

Sinopse

O castelo de minha mãe é a continuação de A glória de meu pai, adaptação de Yves Robert (1920–2002) para as memórias do escritor Marcel Pagnol (1895 – 1974). Neste filme as aventuras da família Pagnol continuam. Eles passam a frequentar mais a casa de campo. Como a caminhada pelas colinas até a casa é muito longa, descobrem um atalho que passa pelos domínios de um castelo, o que pode lhes causar uma série de problemas. Em meio a tudo isso, Marcel descobre o primeiro amor. E os anos passam…

O castelo de minha mãe, assim como A glória de meu pai são ternas celebrações da infância e das relações familiares.

Le château de ma mère O castelo de minha mãe ― Yves Robert (1990) França. Elenco: Philippe Caubère, Nathalie Roussel, Didier Pain. (98 min). Idioma: Francês e provençal, legendas em português.

Entrada franca

Classificação indicativa

Livre para todos os públicos

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Le château de ma mère (trailer)

A glória de meu pai

La gloire de mon père ― Yves Robert (1990)

No dia 21 de agosto, terça-feira, às 19h30, no Centro Cultural de Brasília, o Cine-Fórum apresenta o filme A glória de meu pai, dirigido pelo francês Yves Robert (1920–2002).

A glória de meu pai insere-se na programação de agosto em homenagem aos pais.

Não direi nem mal nem bem de mim. Não é da criança que eu fui que falo, mas da criança que não sou mais.

Marcel Pagnol

Sinopse

Marcel é filho de um professor e de uma costureira. Durante as férias de verão, a feliz família viaja para uma casa de campo. Lá, o garoto vive grandes aventuras tendo como cenário magníficas paisagens nas montanhas do sul da França. Baseado nas memórias do escritor francês Marcel Pagnol (1895 – 1974), A glória de meu pai, assim como O castelo de minha mãe são ternas celebrações da infância e das relações familiares.

La gloire de mon père • A glória de meu pai ― Yves Robert (1990) França. Elenco: Philippe Caubère, Nathalie Roussel, Didier Pain. (105 min)

Entrada franca

Classificação indicativa

Livre para todos os públicos

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Viagem à Lua (1902)

No dia 27 de março, às 19h30, o Cine-Fórum CCB apresenta Viagem à Lua (1902), de Georges Méliès (1861 — 1938). Os comentários serão de Osmar Arouck, bibliotecário, e Anali Furquim Ribeiro, mestre em cinema.

A apresentação de Viagem à Lua inicia a série de sessões sobre história do cinema que o Cine-Fórum apresentará na última terça-feira de cada mês, ao longo de 2012. Além de Viagem à Lua, serão apresentados outros filmes de curta duração realizados por Méliès: Un homme de têtes (1898), Le Cake-Walk infernal (1903), Le tripot clandestin (1905), Le mélomane (1903), Le chaudron infernal (1903).

Viagem à Lua inspira-se em algumas obras de ficção: História verdadeira (Luciano de Samósata, séc. II),  Da Terra à Lua (VERNE, 1865), Viagem ao redor da Lua (VERNE, 1870) e Os Primeiros Homens na Lua (WELLS, 1901). Viagem à Lua é o primeiro filme a ser apresentado no livro 1001 filmes para ver antes de morrer (SCHNEIDER, 2010), com resumo e comentário de Chiara Ferrari (2010). Laurent Jullier e Michel Marie (2009) fazem uma boa análise de sequências do filme, em seu livro Lendo as imagens do cinema.

Sinopse

Em um congresso científico o professor Barbenfouillis (Méliès) tenta convencer seus colegas a participarem de uma viagem de exploração à Lua. Após vigoroso debate, seu plano é aceito e cinco voluntários se apresentam para a expedição. Em uma fábrica, constrói-se um canhão gigante que vai lançar um foguete-obus para a Lua. A nave crava-se no olho direito da Lua, que é representada com uma face antropomórfica. Os cientistas contemplam o céu estrelado, adormecem. Após o repouso, penetram nas entranhas lunares onde se confrontam com os selenitas que os levam ao seu rei. Depois de descobrirem que os inimigos somem em uma nuvem de fumaça ao simples toque de um guarda-chuva, os cientistas conseguem escapar e retornar à Terra. Um selenita agarrado ao projétil é levado com ele. Eles caem no oceano. São resgatados e recebidos como heróis.

Le voyage dans la lune • Viagem à Lua ― Georges Méliès (1902) França. Elenco: Georges Méliès, Victor André, Bleuette Bernon. (14 min)

 Entrada franca.

 Classificação indicativaLivre para todos os públicos

Críticas e comentários

Bibliografia básica

  1. BERGAN, R. …ismos: para entender o cinema. São Paulo: Globo, 2010. 159 p.
  2. BRISELANCE, M.-F.; MORIN, J.-C. Gramática do cinema. Lisboa: Texto & Grafia, 2012. 476 p.
  3. FERRARI, C. Viagem à Lua. In: SCHNEIDER, S. J. (Ed.). 1001 filmes para ver antes de morrer. Rio de Janeiro: Sextante, 2010. p. 20.
  4. JULLIER, L.; MARIE, M. Lendo as imagens do cinema. São Paulo: Senac, 2009. 285 p.
  5. LUCIEN DE SAMOSATE. Histoire véritable. Séc. II.
  6. MACHADO, A. Pré-cinema e pós-cinema. 6. ed. Campinas: Papirus, 2011. 271 p.
  7. SCHNEIDER, S. J. (Ed.) 1001 filmes para ver antes de morrer. Rio de Janeiro: Sextante, 2010. 959 p.
  8. VERNE, J. Autour de la Lune. Paris: J. Hetzel, 1870. (Les Voyages extraordinaires).
  9. VERNE, J. De la Terre à la Lune: trajet direct en 97 heures 20 minutes. Paris: J. Hetzel, 1865. (Les Voyages extraordinaires).
  10. WELLS, G. H. The First Men in the Moon. London: George Newnes, 1901.

Veja também

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