O jovem Frankenstein

O jovem Frankenstein (Mel Brooks, 1974)

Young Frankenstein (O jovem Frankenstein). Direção: Mel Brooks. Produção: Michael Gruskoff. Roteiro: Gene Wilder, Mel Brooks, livremente inspirado no romance Frankenstein (1823), de Mary Shelley. Música: John Morris. Fotografia: Gerald Hirschfeld. Edição: John C. Howard. Design de produção: Dale Hennesy. Decoração: Robert De Vestel. Figurino: Dorothy Jeakins. Maquiagem: Edwin Butterworth, Mary Keats, William Tuttle. Elenco: Gene Wilder, Peter Boyle, Marty Feldman, Madeline Kahn, Cloris Leachman e outros.
― 1974, Estados Unidos. 1h 46min. Em inglês, alemão.

Um cientista descendente do famoso Dr. Frankenstein e que, por se envergonhar das pesquisas do avô e acreditar em outros caminhos para a ciência, passou a chamar-se Fronkonsteen. Por testamento, seu avô lhe deixou um castelo na Transilvânia. O jovem Frankenstein se despede da noiva, Elizabeth, e vai para Transilvânia para reivindicar a herança.

[ficha técnica IMDB]

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Críticas e comentários

Cinema, aspirinas e urubus

Cinema, aspirinas e urubus (Marcelo Gomes, 2005)

Cinema, aspirinas e urubus. Direção: Marcelo Gomes. Produção: Maria Ionescu. Roteiro: Karim Aïnouz, Paulo Caldas, Marcelo Gomes, João Miguel. Música: Tomaz Alves Souza. Fotografia: Mauro Pinheiro Jr. Edição: Karen Harley. Design de produção: Marcos Pedroso. Elenco: João Miguel, Peter Ketnath, Madalena Accioly, Jeane Alves, Veronica Cavalcanti e outros. ― 2005, Brasil. 1h 39min. Em português, alemão. Classificação indicativa: 14 anos.

Em 1942, no meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da Guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que já haviam conhecido o cinema, para vender um remédio ‘milagroso’. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nessa jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre. .

Ficha técnica: [Cinemateca Brasileira] [IMDB]

Comentários e críticas

Fitzcarraldo

Fitzcarraldo (Werner Herzog, 1982)

 

28 mar.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Fitzcarraldo. Direção: Werner Herzog. Produção: Werner Herzog, Willi Segler, Lucki Stipetic. Roteiro: Werner Herzog. Música: Popol Vuh. Fotografia: Thomas Mauch. Edição: Beate Mainka-Jellinghaus. Design de produção: Ulrich Bergfelder, Henning von Gierke. Figurino: Gisela Storch. Elenco: Klaus Kinski, Claudia Cardinale, José Lewgoy, Milton Nascimento, Miguel Ángel Fuentes e outros.
― 1982, Alemanha Ocidental; Peru. 2h 38min. Em alemão, espanhol, italiano, com legendas em português.

No final do século XIX, no apogeu do ciclo da borracha, o aventureiro Brian Sweeney Fitzgerald sonha em construir um teatro de ópera na Amazônia peruana. Para realizar seu sonho, faz com que centenas de índios arrastem um barco a vapor de 160 toneladas pelo coração da selva amazônica. Uma empreitada incrível em busca de um sonho.

One of the great visions of the cinema,
and one of the great follies.

— Roger Ebert

 

Livre para todos os públicos

 

Críticas e comentários

 

Solaris

 

15 DE NOVEMBRO
quarta-feira − 19h30

Солярис (Solaris). Direção: Andrei Tarkovsky. Roteiro: Fridrikh Gorenshteyn, Andrei Tarkovsky, baseado no romance homônimo de Stanislaw Lem Música: Eduard Artemev. Fotografia: Vadim Yusov. Edição: Lyudmila Feyginova, Nina Marcus. Design de produção: Mikhail Romadin. Cenários: S. Gavrilov, V. Prokofev. Figurino: Nelli Fomina. Elenco: Natalya Bondarchuk, Donatas Banionis, Jüri Järvet, Vladislav Dvorzhetskiy, Nikolay Grinko e outros.
― 1972, União Soviética. P&B (eastman double-X negative film) e colorido (eastman color), 2h 47min. Em russo, alemão, com legendas em português.

Um famoso cosmonauta-psiquiatra é enviado para a estação científica que está em órbita do planeta oceânico Solaris. Na estação, há intrigantes aparições, motivando o suicídio de um dos tripulantes e causando intensa perturbação mental nos dois remanescentes. Ao debater a natureza das aparições com os cientistas a bordo, Kris tenta se aferrar à realidade, ao mesmo tempo em que luta contra a tentação de acreditar em sua própria alucinação. Tarkovsky, ao contrário das ficções científicas da época, procura explorar um espaço muito mais vasto e perigoso do que o que nos rodeia, o espaço interior.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

 

 

 Críticas e comentários