Todos contra Zucker!

2 DE MAIO
terça-feira − 19h30


Alles auf Zucker! (Todos contra Zucker). Direção: Dani Levy. Produção: Manuela Stehr. Roteiro: Dani Levy, Holger Franke. Música: Niki Reiser. Fotografia: Carl-Friedrich Koschnick. Edição: Elena Bromund. Elenco: Henry Hübchen, Hannelore Elsner, Udo Samel, Golda Tencer, Steffen Groth e outros.
― Alemanha, 2004. 1h 35min. Em alemão, com legendas em português.

Jack e Samuel, dois irmãos judeus, precisam se reconciliar para poder receber a herança da mãe. Jack Zucker um jornalista da ex-Alemanha Oriental, sempre está no limite da lei; depois da queda do Muro, sua vida entrou numa espiral de decadência tanto do lado financeiro como do pessoal, há muito está distante das tradições e práticas religiosas. Samuel, judeu observante, e que morou do outro lado do Muro, na Alemanha Ocidental. Sempre brigaram por tudo, e até mesmo porque um tem simpatias comunistas e outro é ferrenho capitalista. Pararam de se falar e assim seguiriam, se não fosse o falecimento da mãe e o testamento por ela deixado. Eles só teriam direito à herança se convivessem durante algum tempo e acertassem suas diferenças. Tudo isso sob a supervisão de um rabino.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Críticas e comentários

Pequeno festival de comédias

Em maio, o Cine-Fórum do Centro Cultural de Brasília, dos jesuítas, exibe cinco comédias de diversas épocas e estilos.
Sempre às terças-feiras, às 19:30.

2 de maio
Todos contra Zucker!
Dani Levy, 2004

9 de maio
O médico e o charlatão
Mario Monicelli, 1957

16 de maio
Polyester
John Waters, 1981

23 de maio
O prisioneiro de Zenda
Richard Quine, 1979

30 de maio
Dom Camilo e o Deputado Peppone
Carmine Gallone, 1955

O mundo de Apu

25 DE ABRIL
terça-feira − 19h30

Apur Sansar (O mundo de Apu). Direção: Satyajit Ray. Roteiro: Satyajit Ray, baseado no romance autobiográficos Aparajito, de Bibhutibhushan Bandyopadhyay (1894 – 1950). Música: Ravi Shankar. Fotografia: Subrata Mitra. Edição: Dulal Dutta. Direção de arte: Bansi Chandragupta. Elenco: Soumitra Chatterjee, Sharmila Tagore, Alok Chakravarty, Swapan Mukherjee.
― Índia, 1959. P&B, 1h 45min. Em Bengali, com legendas em português.

Terceiro e último filme da Trilogia Apu. Apu já é adulto, vive pobremente e sonha ser escritor. Circunstâncias particulares levam-no a casar-se, mas a mulher morre de parto. Apu confia o filho aos sogros, joga fora o manuscrito do seu livro e sai para o mundo. Alguns anos depois, reencontra-se com o filho, ainda criança.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Críticas e comentários

O invencível

18 DE ABRIL
terça-feira − 19h30

Aparijito (O invencível). Direção: Satyajit Ray. Roteiro: Satyajit Ray, Kanailal Basu, baseado nos romances autobiográficos Pather Panchali e Aparajito, de Bibhutibhushan Bandyopadhyay (1894 – 1950). Música: Ravi Shankar. Fotografia: Subrata Mitra. Edição: Dulal Dutta. Direção de arte: Bansi Chandragupta. Elenco: Smaran Ghosal, Pinaki Sengupta, Karuna Bannerjee, Kanu Bannerjee, Ramani Sengupta e outros.
― Índia, 1956. P&B, 1h 50min. Em Bengali, com legendas em português. .

Segundo filme da Trilogia Apu. Apresenta a juventude de Apu. A família Ray muda-se para a cidade sagrada de Varanasi (Benares). Após a morte do pai, mudam-se para Mansapota, onde a mãe de Apu trabalha como serviçal em uma residência. Apu destaca-se na escola e lhe é recomendado prosseguir os estudos em Kolkata (Calcutá).

Ganhador do Leão de Ouro, no Festival de Veneza, 1957.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Críticas e comentários

A canção da estrada

11 DE ABRIL
terça-feira − 19h30

Pather Panchali (Canção da estrada). Direção: Satyajit Ray. Roteiro: Satyajit Ray, baseado no romance autobiográfico Pather Panchali, de Bibhutibhushan Bandyopadhyay (1894 – 1950). Música: Ravi Shankar. Fotografia: Subrata Mitra. Edição: Dulal Dutta. Direção de arte: Bansi Chandragupta. Elenco: Kanu Bannerjee, Karuna Bannerjee, Chunibala Devi, Uma Das Gupta, Subir Banerjee e outros.
― Índia, 1955. P&B, 2h 5min. Em bengali, com legendas em português.

Nascimento e infância de Apu. A história é narrada a partir do cotidiano da família Ray, onde o pai, da casta sacerdotal (brahmin), poeta e sonhador; a mãe trabalha duro para sustentar os filhos. A vida desta família, que mora em uma decadente habitação ancestral, parece que irá mudar quando o pai arruma um novo emprego para ajudar na renda.

É considerado pela enquete do British Film Institute – BFI, um dos melhores filmes de todos os tempos.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

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Trilogia Apu

O Cine-Fórum do Centro Cultural de Brasília (Jesuítas) apresenta a Trilogia Apu, do diretor indiano Satyajit Ray (1921 – 1992), baseado no romance autobiográfico Pather Panchali, do escritor bengali Bibhutibhushan Bandyopadhyay (1894 – 1950), com trilha sonora de Ravi Shankar (1920 – 2012).

No dizer de Roger Ebert, crítico norte-americano, «A trilogia Apu fica na mente do cinéfilo como uma esperança do que um filme pode ser. Situado acima dos modismos, ele cria um mundo tão convincente que se torna, por um tempo, uma outra vida que talvez tivéssemos vivido.»

São três filmes realizados na Índia, nos anos 1950. Recebeu as maiores premiações cinematográficas em Cannes, Veneza e Londres.

 

Calendário das exibições — terças-feiras, 19:30

11 abr – A canção da estrada (1955)

18 abr – O invencível (1956)

25 abr – O mundo de Apu (1959)

 

ENTRADA FRANCA

Pais e filhos

Pais e filhos (Hirokazu Koreeda, 2013)
4 ABRIL
terça-feira − 19h30

そして父になる [Soshite chichi ni naru] (Pais e filhos). Direção: Hirokazu Koreeda. Produção: Kaoru Matsuzaki, Hijiri Taguchi. Roteiro: Hirokazu Koreeda. Elenco: Masaharu Fukuyama, Machiko Ono, Yôko Maki, Rirî Furankî, Jun Fubuki e outros.
― Japão, 2013. Cor, 121 min. Em japonês, com legendas em português. Classificação indicativa: Livre.

Um arquiteto obcecado com o sucesso profissional, busca formar com a jovem esposa e o filho de 6 anos uma família ideal. A descoberta de uma troca ocorrida na maternidade, altera a rotina da família. Quando nasceu, seu filho foi trocado por engano com a criança de outra família. Ao descobrir que está criando o filho de outro homem há seis anos, toda a sua felicidade desmorona e ele tem de lidar com uma difícil escolha.

Livre para todos os públicos

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