As 7 Faces do Dr. Lao

As 7 Faces do Dr. Lao (George Pal, 1964)

7 Faces of Dr. Lao (As 7 Faces do Dr. Lao). Direção e produção: George Pal. Roteiro: Charles Beaumont, Ben Hecht, Charles G. Finney, baseado no romance The Circus of Dr. Lao (1935), de Charles G. Finney. Música: Leigh Harline. Fotografia: Robert J. Bronner. Edição: George Tomasini. Direção de arte: George W. Davis, Gabriel Scognamillo. Maquiagem: William Tuttle. Elenco: Tony Randall, Barbara Eden, Arthur O’Connell, John Ericson, Noah Beery Jr. e outros. ― 1964, Estados Unidos. 1h 40min. Em inglês. Classificação indicativa: Livre.

Dr. Lao, um chinês de 7.322 anos, leva seu circo cheio de atrações para Abalone, cidade no oeste americano dominada pelo rico rancheiro Clint Stark. Lao se une ao dono do jornal local Ed Cunningham para tentar alterar a vida dos cidadãos locais.

Ficha técnica: [IMDB]

Comentários e críticas

 

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Cinema, aspirinas e urubus

Cinema, aspirinas e urubus (Marcelo Gomes, 2005)

Cinema, aspirinas e urubus. Direção: Marcelo Gomes. Produção: Maria Ionescu. Roteiro: Karim Aïnouz, Paulo Caldas, Marcelo Gomes, João Miguel. Música: Tomaz Alves Souza. Fotografia: Mauro Pinheiro Jr. Edição: Karen Harley. Design de produção: Marcos Pedroso. Elenco: João Miguel, Peter Ketnath, Madalena Accioly, Jeane Alves, Veronica Cavalcanti e outros. ― 2005, Brasil. 1h 39min. Em português, alemão. Classificação indicativa: 14 anos.

Em 1942, no meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da Guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que já haviam conhecido o cinema, para vender um remédio ‘milagroso’. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nessa jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre. .

Ficha técnica: [Cinemateca Brasileira] [IMDB]

Comentários e críticas

Splendor

 

Splendor (Ettore Scola, 1989)

20 jun.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Splendor. Direção e roteiro: Ettore Scola (1931–2016). Música: Armando Trovajoli. Fotografia: Luciano Tovoli. Edição: Francesco Malvestito. Design de produção: Luciano Ricceri. Elenco: Marcello Mastroianni (1924–1996), Massimo Troisi (1953–1994), Marina Vlady (1938-), Paolo Panelli, Pamela Villoresi e outros.
― 1989, Itália, França. 1h 50min. Em italiano, com legendas em português.

Jordan tem seu próprio cinema na Itália, chamado Splendor. Chantal é sua esposa e caixa do cinema, enquanto Luigi é um amigo da família e projecionista dos filmes. E tudo parecia tranquilo até que as pessoas se desinteressaram pelo cinema. Jordan recebe uma proposta para vender a sala para um outro ramo de negócio. Talvez seja a solução para pagar suas dívidas, embora seja o fim de seus sonhos.

Livre para todos os públicos

Um pano branco estendido e um menino sentado em frente dele. Esse é o cinema de Ettore Scola. Nessa emocionante narrativa, o diretor italiano provoca a nostalgia no espectador ao projetar, na tela do cinema Splendor, alguns dos sucessos que conquistaram o mundo. Filmes dentro do filme. A metalinguística aqui não é apenas um diálogo, mas também uma homenagem.

Gabriela Miranda

 

 

Críticas e comentários

Cinema Paradiso

Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore, 1988)

13 jun.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Nuovo cinema Paradiso (Cinema Paradiso). Direção: Giuseppe Tornatore. Produção: Franco Cristaldi, Giovanna Romagnoli. Roteiro: Giuseppe Tornatore, Vanna Paoli. Música: Ennio Morricone. Fotografia: Blasco Giurato. Edição: Mario Morra. Design de produção: Andrea Crisanti. Elenco: Antonella Attili, Enzo Cannavale, Isa Danieli, Leo Gullotta, Marco Leonardi e outros.
― 1988, Itália, França. 2h 35min. Em italiano, com legendas em português.

O menino Toto se encanta pelo cinema e inicia uma grande amizade com o projecionista de sua pequena cidade. Já adulto e agora um cineasta bem-sucedido, Toto volta a lembrar de sua infância ao descobrir que seu velho amigo faleceu.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

Ladrões de bicicleta

Ladri di Bicilette

6 jun.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Ladri di bicilette (Ladrões de bicicleta). Direção: Vittorio De Sica (1901–1974). Produção: Giuseppe Amato, Vittorio De Sica. Roteiro: Cesare Zavattini, Oreste Biancoli, Suso Cecchi D’Amico, Vittorio De Sica, Adolfo Franci, Gherardo Gherardi, Gerardo Guerrieri, baseado no romance homônimo de Luigi Bartolini. Música: Alessandro Cicognini. Fotografia: Carlo Montuori. Edição: Eraldo Da Roma. Elenco: Lamberto Maggiorani, Enzo Staiola, Lianella Carell, Elena Altieri, Gino Saltamerenda e outros.
― 1948, Itália. 1h 29min. Em Italiano, com legendas em português

Em Roma um trabalhador de origem humilde, Antonio Ricci, luta para sustentar a família. Precisando de uma bicicleta para começar em um novo emprego, Ricci penhora as roupas de cama da casa. Para desespero da família, a bicicleta é roubada e Antonio sai junto com o filho Bruno para procurá-la pela cidade.

Livre para todos os públicos

Críticas e comentários

Pequeno Festival de Despedida

Cine-paradiso

Encerrando suas atividades, o Cine-Fórum se despede com três filmes que simbolizam — ou desejam simbolizar — o sentido de nossos encontros semanais: amor pela vida, valorização da cultura e paixão pelo cinema.

Ao longo desses anos, buscou-se formar plateia e construir uma comunidade que, em sua diversidade, percebe no cinema um ponto de encontro para o diálogo e um  veículo de cultura e proposta de valores.

Obrigado a todos e todas por tão bons momentos.

JUNHO

  6 — Ladrões de bicicleta (Vittorio De Sica, 1948) ⭐ 70 anos
13 — Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore, 1988)
20 — Splendor (Ettore Scola, 1989)