A classe operária vai ao paraíso

A classe operária vai ao paraíso (Elio Petri, 1971)

La classe operaia va in paradiso (A classe operária vai ao paraíso). Direção: Elio Petri. Produção: Ugo Tucci. Roteiro: Elio Petri, Ugo Pirro. Música: Ennio Morricone. Fotografia: Luigi Kuveiller. Edição: Ruggero Mastroianni. Elenco: Gian Maria Volontè, Mariangela Melato, Gino Pernice, Luigi Diberti, Donato Castellaneta e outros.
― 1971, Itália. 2h 5min. Em italiano.

Lulu Massa é um “operário-padrão”, dedicado e admirado por seus chefes pelo trabalho bem feito, mas detestado pelos demais empregados. Por conta dos baixos salários e das péssimas condições de trabalho, o sindicato decide entrar em greve. Lulu decide não se envolver com o movimento político até o momento em que sofre um acidente com uma das máquinas, o que lhe custa um dedo.

[ficha técnica IMDB]

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

 

Críticas e comentários

O jovem Frankenstein

O jovem Frankenstein (Mel Brooks, 1974)

Young Frankenstein (O jovem Frankenstein). Direção: Mel Brooks. Produção: Michael Gruskoff. Roteiro: Gene Wilder, Mel Brooks, livremente inspirado no romance Frankenstein (1823), de Mary Shelley. Música: John Morris. Fotografia: Gerald Hirschfeld. Edição: John C. Howard. Design de produção: Dale Hennesy. Decoração: Robert De Vestel. Figurino: Dorothy Jeakins. Maquiagem: Edwin Butterworth, Mary Keats, William Tuttle. Elenco: Gene Wilder, Peter Boyle, Marty Feldman, Madeline Kahn, Cloris Leachman e outros.
― 1974, Estados Unidos. 1h 46min. Em inglês, alemão.

Um cientista descendente do famoso Dr. Frankenstein e que, por se envergonhar das pesquisas do avô e acreditar em outros caminhos para a ciência, passou a chamar-se Fronkonsteen. Por testamento, seu avô lhe deixou um castelo na Transilvânia. O jovem Frankenstein se despede da noiva, Elizabeth, e vai para Transilvânia para reivindicar a herança.

[ficha técnica IMDB]

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Críticas e comentários

Os abutres têm fome

Os abutres têm fome (Don Siegel, 1970)

Two Mules for Sister Sara (Os abutres têm fome). Direção: Don Siegel. Produção: Carroll Case, Martin Rackin. Roteiro: Budd Boetticher, Albert Maltz. Música: Ennio Morricone. Fotografia: Gabriel Figueroa, Robert Surtees. Edição: Robert F. Shugrue. Direção de arte: José Rodríguez Granada. Elenco: Shirley MacLaine, Clint Eastwood, Manolo Fábregas, Alberto Morin, Armando Silvestre e outros. ― 1970, Estados Unidos, México. 1h 56min. Em inglês, espanhol, latim, francês. Classificação indicativa: 14 anos.

México, século XIX, um mercenário americano salva uma freira dos seus pretensos molestadores. Mais tarde, ele descobre que este encontro casual foi um golpe de sorte, já que ela sabe muito acerca dos oficiais do quartel que ele planeja invadir.

Ficha técnica: [IMDB]

Comentários e críticas

 

Ciúme à italiana

2 maio
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília
Programado para dia 9 de maio, foi antecipado para 2 de maio, por questões técnicas.

Dramma della gelosia : tutti i particolari in cronaca (Ciúme à italiana). Direção: Ettore Scola. Produção: Pio Angeletti, Adriano De Micheli. Roteiro: Agenore Incrocci, Furio Scarpelli, Ettore Scola. Música: Armando Trovajoli. Fotografia: Carlo Di Palma. Edição: Alberto Gallitti. Elenco: Marcello Mastroianni, Monica Vitti, Giancarlo Giannini, Manuel Zarzo, Marisa Merlini e outros.
― 1970, Itália, Espanha. 1h 47min. Em italiano, com legendas em português.

Oreste, um operário de meia idade, conhece Adelaide, e logo se apaixona. O caso desperta a ira de Antônia a esposa de Oreste. A situação fica ainda pior quando Adelaide começa a namorar o jovem Nello, amigo de Oreste. Tomado por um violento ciúme, Oreste vai gradualmente perdendo o controle de suas emoções.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

Divina criatura

 

Divina criatura (Giuseppe Patroni Griffi, 1975)

14 mar.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Divina creatura (Divina criatura). Direção: Giuseppe Patroni Griffi. Roteiro: Giuseppe Patroni Griffi, Alfio Valdarnini, baseado no romance La divina fanciulla (1920), de Luciano Zuccoli (1868-1929). Música: Cesare A. Bixio, Ennio Morricone. Fotografia: Giuseppe Rotunno. Edição: Roberto Perpignani. Direção de arte: Fiorenzo Senese. Figurino: Gabriella Pescucci. Elenco: Laura Antonelli, Terence Stamp, Marcello Mastroianni, Michele Placido, Duilio Del Prete e outros. ― 1975, Itália. 1h 55min. Em italiano, com legendas em português.

Na alta sociedade da Roma dos anos 20, o duque Daniele di Bagnasco é um dos homens mais proeminentes e um conquistador dos corações femininos. Quando se interessa pela burguesa Manuela Roderighi, o que deveria ser apenas mais uma aventura de curta duração, transforma-se numa ardente paixão, severamente testada quando descobre que a mulher é frequentadora de uma famosa casa de encontros.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

 

 

 

Solaris

 

15 DE NOVEMBRO
quarta-feira − 19h30

Солярис (Solaris). Direção: Andrei Tarkovsky. Roteiro: Fridrikh Gorenshteyn, Andrei Tarkovsky, baseado no romance homônimo de Stanislaw Lem Música: Eduard Artemev. Fotografia: Vadim Yusov. Edição: Lyudmila Feyginova, Nina Marcus. Design de produção: Mikhail Romadin. Cenários: S. Gavrilov, V. Prokofev. Figurino: Nelli Fomina. Elenco: Natalya Bondarchuk, Donatas Banionis, Jüri Järvet, Vladislav Dvorzhetskiy, Nikolay Grinko e outros.
― 1972, União Soviética. P&B (eastman double-X negative film) e colorido (eastman color), 2h 47min. Em russo, alemão, com legendas em português.

Um famoso cosmonauta-psiquiatra é enviado para a estação científica que está em órbita do planeta oceânico Solaris. Na estação, há intrigantes aparições, motivando o suicídio de um dos tripulantes e causando intensa perturbação mental nos dois remanescentes. Ao debater a natureza das aparições com os cientistas a bordo, Kris tenta se aferrar à realidade, ao mesmo tempo em que luta contra a tentação de acreditar em sua própria alucinação. Tarkovsky, ao contrário das ficções científicas da época, procura explorar um espaço muito mais vasto e perigoso do que o que nos rodeia, o espaço interior.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

 

 

 Críticas e comentários

O círculo vermelho

O círculo vermelho (Jean-Pierre Melville, 1970)

31 DE OUTUBRO
terça-feira − 19h30

Le cercle rouge (O círculo vermelho). Direção e roteiro: Jean-Pierre Melville. Produção: Robert Dorfmann. Música: Éric Demarsan. Fotografia: Henri Decaë. Edição: Marie-Sophie Dubus, Jean-Pierre Melville. Elenco: Alain Delon, Gian Maria Volontè, Yves Montand, Bourvil, Paul Crauchet e outros.
― 1970, França, Itália. Color. (Eastmancolor), 2h 20min. Em francês, com legendas em português.

Corey é um charmoso ladrão que deixou a prisão no mesmo dia que o assassino Vogel escapou da custódia do superintendente de polícia Mattei. Assim começa a parceria entre os dois bandidos, que juntos com um ex-policial planejam um roubo de jóias.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

 Críticas e comentários