A classe operária vai ao paraíso

A classe operária vai ao paraíso (Elio Petri, 1971)

La classe operaia va in paradiso (A classe operária vai ao paraíso). Direção: Elio Petri. Produção: Ugo Tucci. Roteiro: Elio Petri, Ugo Pirro. Música: Ennio Morricone. Fotografia: Luigi Kuveiller. Edição: Ruggero Mastroianni. Elenco: Gian Maria Volontè, Mariangela Melato, Gino Pernice, Luigi Diberti, Donato Castellaneta e outros.
― 1971, Itália. 2h 5min. Em italiano.

Lulu Massa é um “operário-padrão”, dedicado e admirado por seus chefes pelo trabalho bem feito, mas detestado pelos demais empregados. Por conta dos baixos salários e das péssimas condições de trabalho, o sindicato decide entrar em greve. Lulu decide não se envolver com o movimento político até o momento em que sofre um acidente com uma das máquinas, o que lhe custa um dedo.

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Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

 

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Leolo… porque eu sonho…

16 maio
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Léolo (Leolo… porque eu sonho…). Direção e roteiro: Jean-Claude Lauzon (1953–1997). Produção: Aimée Danis, Lyse Lafontaine. Fotografia: Guy Dufaux. Edição: Michel Arcand. Elenco: Maxime Collin, Gilbert Sicotte, Ginette Reno, Denys Arcand, Julien Guiomar e outros.
― 1992, Canadá, França. 1h 47min. Em francês, com legendas em português.

Bairro operário de Montréal, nos anos 1950. Em uma família pobre, uma loucura hereditária que vem do avô e passa pelo pai atinge inexorável as quatro crianças da família. Léolo, o caçula, tenta escapar, refugiando-se na fantasia. A partir de sua fantasia onde sua mãe é fertilizada por um tomate portador do esperma de um camponês da Sicília, Léolo nega a nacionalidade quebequense e se declara italiano. Mergulhado em seu próprio mundo de fantasias, o menino tenta provar que não está destinado à loucura.

« Parce que moi je rêve,
moi je ne le suis pas. »

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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