A hora do lobo

9 maio
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Anteriormente programado para dia 2 de maio,
foi transferido para 9 de maio, por questões técnicas.

Vargtimmen (A hora do lobo). Direção e roteiro: Ingmar Bergman. Produção: Lars-Owe Carlberg. Música: Lars Johan Werle. Fotografia: Sven Nykvist. Edição: Ulla Ryghe. Elenco: Max von Sydow, Liv Ullmann, Gertrud Fridh, Georg Rydeberg, Erland Josephson e outros.
― 1968, Suécia. P&B, 1h 30min. Em sueco, norueguês, com legendas em português.

Um pintor e sua esposa vão morar em uma ilha afastada e conhecem um misterioso grupo de pessoas que passam a trazer angústias ainda maiores à vida do casal, que já estava atormentado pelos pesadelos do pintor e por conflitos psicológicos. Durante a hora do lobo, entre a meia-noite e a aurora, ele conta para sua esposa suas memórias mais dolorosas, e começa a questionar a própria lucidez.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

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Persona

18 abril
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Persona. Direção, produção e roteiro: Ingmar Bergman. Música: Lars Johan Werle. Fotografia: Sven Nykvist. Edição: Ulla Ryghe. Design de produção: Bibi Lindström. Elenco: Bibi Andersson, Liv Ullmann, Margaretha Krook, Gunnar Björnstrand. ― 1966, Suécia. P&B, 1h 25min. Em sueco, inglês, com legendas em português.

Uma famosa atriz de teatro sofre uma crise emocional e emudece. Para se recuperar, parte para uma casa de campo, sob os cuidados de uma enfermeira, que a admira e tenta compreender a razão de seu silêncio. Isoladas, as duas mulheres desenvolvem uma relação de forte intensidade emocional.

Este filme é considerado um dos melhores filmes de todos os tempos.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

  • Persona — Gilberto Silva Jr. (Contracampo)
  • Persona — Sérgio Vaz (50 Anos de Filmes)
  • Persona — Luiz Santiago (Plano Crítico)
  • Persona — Roger Ebert

 

A vida no paraíso

A vida no paraíso

No dia 7 de abril, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme A vida no paraíso, dirigido pelo cineasta sueco Kay Pollak. 

Sinopse

Um maestro de sucesso internacional interrompe inesperadamente sua carreira e volta para sua cidade natal no extremo norte da Suécia. Sua fama logo cria um burburinho na cidade, fazendo dele objeto de curiosidade, fascinação e desconfiança. Não demora muito para ele ser convidado a dar uma ajuda ao coro da igreja. Relutante, ele acaba aceitando o convite e se surpreende com a redescoberta do amor que sente pela música. O trabalho com o coro traz novas amizades, mas também inimigos. E também traz um novo amor.

Så som i himmelen (A vida no paraíso). Suécia, Dinamarca: 2004, 133 min, em sueco, inglês, italiano, com legendas em português. Direção: Kay Pollak. Roteiro: Anders Nyberg, Ola Olsson, Carin Pollak, Kay Pollak, Margaretha Pollak. Elenco: Michael Nyqvist, Frida Hallgren, Helen Sjöholm.

Entrada franca

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

A festa de Babette

a-festa-de-babette

No dia 8 de abril, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (jesuítas) apresenta o filme Babettes gæstebud (1987), dirigido pelo dinamarquês Gabriel Axel (1918 – 2014).

«Me viene a la mente una de mis películas predilectas, La fiesta de Babette, donde se ve un caso típico de exageración de los límites prohibitivos. Sus protagonistas son personas que viven un exagerado calvinismo puritano, a tal punto que la redención de Cristo se vive como una negación de las cosas de este mundo. Cuando llega la frescura de la libertad, del derroche en una cena, todos terminan transformados. En verdad, esa comunidad no sabía lo que era la felicidad. Vivía aplastada por el dolor. Estaba adherida a lo pálido de la vida. Le tenía miedo al amor.»

Cardeal Jorge Bergoglio,sj
(Papa Francisco)

Sinopse

Duas adolescentes vivem com o pai, um rigoroso pastor luterano, em um pequeno vilarejo da costa dinamarquesa. Em uma noite de 1871, bate à sua porta uma parisiense pedindo refúgio – Babette, que foge da repressão à Comuna de Paris e se oferece para ser a cozinheira e faxineira da família. Muitos anos depois, ainda trabalhando na casa, ela recebe a notícia de que ganhara uma fortuna numa loteria em Paris. Em vez de voltar à terra natal, resolve ficar e gastar o dinheiro em um autêntico jantar francês que oferece à comunidade, aproveitando para comemorar o centésimo aniversário do pastor.

Babettes gæstebud (A festa de Babette). Dinamarca: 1987, 102 min, em dinamarquês, sueco, francês, legendas em português. Direção: Gabriel Axel. Roteiro: Gabriel Axel, baseado no romance de Karen Blixen (1885-1962). Elenco: Stéphane Audran, Bibi Andersson, Bodil Kjer, Birgitte Federspiel.

Entrada franca.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Leituras indicadas

O olho do Diabo

Djävulens öga • O olho do Diabo ― Ingmar Bergman (1960)

No dia 9 de julho, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum do Centro Cultural de Brasília (Jesuítas) apresenta a comédia O olho do Diabo, dirigida pelo sueco Ingmar Bergman (1918 –2007).

 A apresentação de O olho do Diabo insere-se no pequeno festival de comédias «Bendito riso», apresentado em julho, pelo Centro Cultural de Brasília, em quatro sessões.

 

Sinopse

«A castidade de uma mulher é um terçol no olho do Diabo». Com esse suposto provérbio, manufaturado por Bergman, tem início a comédia O Olho do Diabo, na qual Satã em pessoa acorda com um olho inchado por um terçol e seus assistentes descobrem que a causa é uma jovem filha de um pastor que está prestes a se casar virgem. Diante disso, o Diabo envia Don Juan e seu valete Pablo para seduzir a jovem Britt-Marie e evitar que ela chegue casta ao casamento. Eles irão encontrar o pai da jovem, o pastor, e sua esposa Renata. O Diabo ainda envia seu mais antigo e maléfico demônio para garantir que não se desviem da missão, e tudo isso é narrado por um personagem que aparece entre os atos fazendo comentários.

Djävulens ögaO olho do Diabo ― Ingmar Bergman (1960) Suécia. Roteiro: Ingmar Bergman. Elenco: Jarl Kulle, Bibi Andersson, Stig Järrel. (87 min). Distribuidor: Versatil Home Video. Idioma: Sueco, legendas em português.

 ENTRADA FRANCA

Classificação indicativa

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Críticas e comentários