Underground

18 DE JULHO
terça-feira − 19h30

Underground (Underground: mentiras de guerra). Direção: Emir Kusturica. Produção: Pierre Spengler. Roteiro: Dusan Kovacevic, Emir Kusturica. Música: Goran Bregovic. Fotografia: Vilko Filac. Edição: Branka Ceperac. Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlovic, Lazar Ristovski, Mirjana Jokovic, Slavko Stimac, Ernst Stötzner e outros.
― 1995, República Federal da Iugoslávia, França, Alemanha, Bulgária, República Checa, Hungria. 2h 50min Em sérvio, alemão, francês, inglês, russo, com legendas em português.

Durante a Segunda Guerra Mundial, num esconderijo subterrâneo em Belgrado, dois amigos fazem fortuna utilizando refugiados em um abrigo subterrâneo para produzir armas que vendem no mercado negro. Marko é um jovem líder de uma banda musical, e participa do submundo do tráfico de armas. Junto com seu amigo Blaky, Marko passa a fornecer armas aos membros da resistência e em pouco tempo conseguem enriquecer. No final do conflito, Marko continua iludindo os refugiados por mais quinze anos, para explorá-los e assim tornando-se mais ricos.

Não recomendado para menores de 16 anos

Sólo le pido a Dios
Que la guerra no me sea indiferente
Es un monstruo grande y pisa fuerte
Toda la pobre inocencia de la gente

León Gieco

 

Críticas e comentários

Jan Hus

Jan Hus (Otakar Vávra, 1954)

No dia 3 de novembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Jan Hus: o reformador cristão, dirigido pelo cineasta checo Otakar Vávra (1911–2011).

Esta apresentação insere-se na memória celebrativa dos 600 anos do martírio de Jan Hus e dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II.

Hus é uma figura memorável por muitas razões.
Mas foi sobretudo a sua coragem moral diante das adversidades e da morte
que o tornou figura de especial relevância para o povo tcheco,
também ele duramente provado ao longo dos séculos.

São João Paulo II

 

Sinopse

Apresenta os principais momentos da trajetória de Jan Hus (1369 – 1415), teólogo, pregador e reformador que viveu no Reino da Boêmia, atual República Checa. Seus sermões contra os privilégios do clero, a defesa da reforma religiosa e da autoridade suprema da Bíblia, as polêmicas com o papado, o combate à venda das indulgências e, por fim, seu julgamento e martírio na fogueira no Concílio de Constança em 1415. O filme Jan Hus (1954) inicia a Trilogia Hussita (Husitská trilogie), de Otakar Vávra que continua com Jan Žižka (1955) e Proti všem (1957).

Jan Hus (Jan Hus: o reformador cristão). Checoslováquia: 1954. Direção: Otakar Vávra. Roteiro: Milos Václav Kratochvíl, Otakar Vávra, baseado no romance homônimo de Aloise Jiráska (1851-1930). Elenco: Zdenek Stepánek, Karel Höger, Vlasta Matulová, Ladislav Pesek, Gustav Hilmar e outros. Música: Jirí Srnka. Fotografia: Václav Hanus. Edição: Antonín Zelenka. Direção de arte: Oldrich Okác, Jirí Trnka. Figurino: Josef Matej Gottlieb, Vladimír Synek, Ladislav Tomek, Jirí Trnka, Fernand Vácha. 125 min, em checo, com legenda em português.

Entrada franca

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Comentários e críticas

Pedro, o negro

Cerný Petr  (Milos Forman, 1964)

No dia 12 de março, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB apresenta o filme Pedro, o negro, dirigido pelo checo Milos Forman. A sessão integra a programação sobre juventude, em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013.

Quando seguimos Pedro no seu trabalho, é visível que cada elemento de cena foi cuidadosamente pensado. Partimos de um personagem, chegamos a uma situação para, por fim, termos um mundo todo preenchido com grande cuidado.

Filipe Furtado

Sinopse

Petr tem 17 anos. Filho único de pais preocupados com seu futuro. Conseguiu seu primeiro emprego e sua primeira namorada. O filme nos faz mergulhar no cotidiano de Petr, por meu de sua relação com emprego, família e vida social. O grande ponto de virada para Petr é o emprego. Não é um trabalho qualquer, mas o de dedo duro responsável por vigiar, à paisana, os clientes que tentarem furtar algum produto no armazém local. É impossível não traçar um paralelo entre as pressões da saída da adolescência do jovem e o seu emprego como uma figura de repressão necessária numa sociedade em que as dificuldades financeiras tornam os pequenos furtos um evento frequente.

Pedro, o Negro lembra muito os filmes de Aintone Doinel que François Truffaut realizou, mas um Doinel numa sociedade necessariamente muito mais dura do que a França de então. Há, sobretudo, a ideia de transferência de um modo de vida que deveria passar de pai para filho, mas é emperrado num conflito de gerações.

Černý PetrPedro, o negro ― Miloš Forman (1964) Checoslováquia. Roteiro: Milos Forman, Jaroslav Papousek. Elenco: Ladislav Jakim, Pavla Martinkova, Jan Vostrcil. (85 min, preto e branco). Idioma: Checo.

ENTRADA FRANCA

Classificação indicativa

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas, análises e comentários

Trailer