Pais e filhos

Pais e filhos (Hirokazu Koreeda, 2013)
4 ABRIL
terça-feira − 19h30

そして父になる [Soshite chichi ni naru] (Pais e filhos). Direção: Hirokazu Koreeda. Produção: Kaoru Matsuzaki, Hijiri Taguchi. Roteiro: Hirokazu Koreeda. Elenco: Masaharu Fukuyama, Machiko Ono, Yôko Maki, Rirî Furankî, Jun Fubuki e outros.
― Japão, 2013. Cor, 121 min. Em japonês, com legendas em português. Classificação indicativa: Livre.

Um arquiteto obcecado com o sucesso profissional, busca formar com a jovem esposa e o filho de 6 anos uma família ideal. A descoberta de uma troca ocorrida na maternidade, altera a rotina da família. Quando nasceu, seu filho foi trocado por engano com a criança de outra família. Ao descobrir que está criando o filho de outro homem há seis anos, toda a sua felicidade desmorona e ele tem de lidar com uma difícil escolha.

Livre para todos os públicos

Críticas e comentários

A criança

A criança (Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne, 2005)
8 MARÇO
terça-feira − 19h30

L’enfant (A criança). Direção: Jean-Pierre Dardenne, Luc Dardenne. Produção: Luc Dardenne Jean-Pierre Dardenne, Denis Freyd; Les Films du Fleuve. Roteiro: Jean-Pierre Dardenne, Luc Dardenne. Elenco: Jérémie Renier, Déborah François, Jérémie Segard, Fabrizio Rongione, Olivier Gourmet.
― Bélgica, França, 2005. Cor, 95 min. Em francês, com legendas em português.

Sonia, 18 anos, acabou de dar à luz um menino. Bruno, o pai, com 20 anos de idade vive de pequenos roubos cometidos por ele e seus comparsas adolescentes. Os dois veem de maneira bem diferente o significado da chegada desta criança, e os atos de Bruno em relação ao filho colocarão o casal diante de sérios dilemas sobre suas existências.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Críticas e comentários

O homem do riquixá

O homem do riquixá (Hiroshi Inagaki, 1958)

No dia 16 de junho, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme O homem do riquixá, dirigido pelo cineasta japonês Hiroshi Inagaki  (1905–1980).

Sinopse

Matsugoro é um pobre puxador de riquixá, cujo espírito alegre e otimista faz com que ele seja considerado o favorito da cidade.  Um dia, ele ajuda Toshio, um garoto ferido, sendo então contratado por seus pais, o capitão Kotaro e sua mulher Yoshiko, para transportá-lo em suas idas às sessões de terapia. Matsugoro termina apegando-se ao garoto e a seus pais.  Quando o Capt. Kotaro morre, Matsu, cumprindo uma promessa feita ao cliente morto, torna-se um segundo pai para Toshio, ajudando-o à medida que ele cresce e, ao mesmo tempo, apaixonando-se secretamente por Yoshiko. Mas Matsu sabe que há um verdadeiro abismo entre suas classes sociais e que ele não passará de um simples puxador de riquixá para a mãe e o filho.

Muhomatsu no issho (O homem do riquixá). Japão: 1958. Direção: Hiroshi Inagaki. Roteiro: Hiroshi Inagaki, Mansaku Itami, Shunsaku Iwashita. Elenco: Toshirô Mifune, Hideko Takamine, Hiroshi Akutagawa, Chishû Ryû, Chôko Iida e outros. 103 min, em japonês, com legenda em português.

Entrada franca

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Como era verde o meu vale

Como era verde o meu vale (1941)

No dia 19 de maio, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Como era verde o meu vale, dirigido pelo cineasta estadunidense John Ford (1894 – 1973). 

Sinopse

Aos 60 anos, Huw Morgan relembra sua vida quando garoto em uma pequena cidade mineradora no sul do País de Gales, no início do século XX. Suas reminiscências revelam a desintegração de sua família, enquanto capta os sentimentos e problemas daquele tempo. Todos os homens da família são trabalhadores nas minas de carvão. Com a precariedade do vínculo empregatício e os baixos salários, os mineradores formam um sindicato e entram em greve.

How Green Was My Valley (Como era verde o meu vale). Estados Unidos: 1941, 118 min, P&B, em inglês e galês, com legendas em português. Direção: John Ford. Roteiro: Philip Dunne (1908 – 1992), baseado no romance homônimo de Richard Llewellyn (1906 – 1983). Elenco: Walter Pidgeon, Maureen O’Hara, Anna Lee, Donald Crisp.

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Os Incompreendidos

Os incompreendidos

No dia 26 de fevereiro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB apresenta o filme Os incompreendidos, dirigido pelo francês François Truffaut. A sessão integra a programação sobre juventude, em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013.

A grande qualidade da película é a maneira pela qual Truffaut consegue comunicar aos espectadores as realidades mais íntimas e autênticas de Antoine Doinel. Não há explicações. Nada é sublinhado, as experiências vividas não ultrapassam o mais medíocre cotidiano. É graças a um pontilhamento de instantes impossíveis de serem reduzidos a uma compreensão clara que penetramos no protagonista e na amargura que o possui.

Paulo Emílio Sales Gomes

Sinopse

Ninguém entende Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud). Em casa, ele é repreendido pelos pais. Na escola, causa problemas aos professores. A delinquência torna-se uma alternativa para o garoto. “Os Incompreendidos” simbolizou a desobediência às regras pregada pelo diretor francês François Truffaut (1932-1984) e seus amigos críticos de cinema. Este drama autobiográfico, feito nas ruas e longe das técnicas de estúdio, trouxe uma lufada de poesia para o cinema.

 Ao captar a energia rebelde da vida, o filme inaugurou a onda de modernidade da Nouvelle Vague.

Les quatre-cents coupsOs incompreendidos ― François Truffaut (1959) França. Roteiro: François Truffaut. Elenco: Jean-Pierre Léaud, Albert Rémy, Claire Maurier. (99 min, preto e branco)

ENTRADA FRANCA

Classificação indicativa

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas, análises e comentários

Trailer