Acossado

 

Acossado (Jean Luc Godard, 1960)

21 mar.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

À bout de souffle (Acossado). Direção: Jean Luc Godard. Produção: Georges de Beauregard. Roteiro: François Truffaut, Jean-Luc Godard, Claude Chabrol. Música: Martial Solal. Fotografia: Raoul Coutard. Edição: Cécile Decugis. . Elenco: Jean Seberg, Jean-Paul Belmondo, Daniel Boulanger, Henri-Jacques Huet, Roger Hanin e outros. ― 1960, França. 1h 30min. Em francês; inglês, com legendas em português.

Após roubar um carro, Michel mata um policial e busca refúgio nos braços de Patricia, estudante norte-americana que vive em Paris. Enquanto ele se esconde das autoridades e planeja fugir para a Itália, a relação dos dois se aprofunda.

Está na lista dos melhores filmes de todos os tempos do British Film Institute.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

 

A lenda do santo beberrão

La leggenda del santo bevitore

No dia 13 de outubro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme A lenda do santo beberrão, dirigido pelo cineasta italiano Ermanno Olmi.

Sinopse

Num período de poucos dias, em Paris dos anos 1930, a vida de Andreas, um andarilho, parece ser tomada, de súbito, por uma série de eventos inexplicáveis. Tudo começa quando um cavalheiro tromba com o nosso peculiar anti-herói. Sem motivos aparentes, o distinto senhor oferece ao pobre homem uma soma em dinheiro. Apesar de viver na miséria, Andreas, o andarilho, nutre valores inquebrantáveis de idoneidade e retidão, e só aceita o dinheiro com a condição de devolvê-lo. O cavalheiro propõe que ele devolva, quando puder, aquela soma a Santa Teresinha, numa dada igreja que ele indica. Mas aquele dinheiro que lhe cai às mãos é rapidamente gasto. Andreas, a partir do contato com outros inusitados personagens que cruzam seu caminho, parece fadado a uma espiral alucinante de sempre protelar o acerto de sua “dívida com a santa”. Vivendo às margens do rio Sena, que, naquele entreguerras, se mostravam uma verdadeira Babel de imigrantes desorientados e andantes sem destino, Andreas não deixa de ser um alter ego de Joseph Roth, autor do romance que inspira o filme, que preferia peregrinar a manter um lar definitivo, e que teria a bebida como acompanhante até o fim de seus dias.

La leggenda del santo bevitore (A lenda do santo beberrão). Itália, França: 1988. Direção: Ermanno Olmi. Roteiro: Tullio Kezich, Ermanno Olmi, baseado no romance póstumo Die Legende vom heiligen Trinker (1939) de Joseph Roth (1894–1939). Elenco: Rutger Hauer, Anthony Quayle, Sandrine Dumas, Dominique Pinon, Sophie Segalen e outros. Música: José Padilla. Fotografia: Dante Spinotti. Edição: Paolo Cottignola, Ermanno Olmi, Fabio Olmi. 127 min, em inglês, francês, com legenda em português.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Entrada franca

Comentários, críticas, textos de apoio

O cinema de Ermanno Olmi — Carlos Alberto Mattos (Críticos)

Beijos proibidos

Baisers volés (Beijos proibidos)

No dia 9 de junho, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Beijos proibidos, dirigido pelo cineasta francês François Truffaut (1932 – 1984).

Sinopse

Beijos proibidos é o terceiro filme protagonizado pelo personagem Antoine Doinel, o alterego do cineasta François Truffaut. Com o fim do serviço militar, Antoine Doinel procura um emprego e um amor em Paris. Depois de trabalhar como atendente noturno num hotel, passa a ser um detetive particular. Entre suas atrapalhadas investigações, vive um romance com a muito sensata Christine Darbon. Ao som da linda canção Que reste-t-il de nos amours, de Charles Trenet (1913 – 2001), Truffaut faz uma linda homenagem ao amor, com muita ternura e humor.

Baisers volés (Beijos proibidos). França: 1968. Direção: François Truffaut. Roteiro: François Truffaut, Claude de Givray, Bernard Revon, inspirado no romance Le Lys dans la vallée de Honoré de Balzac (1799 – 1850). Elenco: Jean-Pierre Léaud, Delphine Seyrig, Claude Jade, Michael Lonsdale, Harry-Max e outros. 90 min, em francês, com legendas em português.

Entrada franca

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

Uma amizade sem fronteiras

No dia 14 de agosto, terça-feira, às 19h30, no Centro Cultural de Brasília, o Cine-Fórum apresenta o filme Uma Amizade sem Fronteiras, dirigido pelo francês François Dupeyron.

Uma Amizade sem Fronteiras insere-se na programação de agosto em homenagem aos pais.

Sinopse

Momo, um menino de 13 anos, vive de modo entediante com seu pai, um irritadiço advogado judeu, na Paris dos anos 1960. Após o desaparecimento de seu pai, largado à própria sorte, Momo só tem um amigo: Monsieur Ibrahim, o merceeiro árabe da rua Bleue (azul). Mas as aparências enganam: a rua Bleue não é azul; o árabe não é árabe e a vida, talvez, não seja necessariamente triste. Monsieur Ibrahim, é um muçulmano sufi, nativo de um Oriente longínquo que parece conhecer os segredos da felicidade. Ibrahim adota Momo que se mostra radiante por se tornar seu filho. Juntos, realizam uma viagem até a terra natal de Ibrahim. Uma lição de tolerância, sabedoria e bondade.

Baseado no romance «Monsieur Ibrahim et les fleurs du Coran», de Eric-Emmanuel Schmitt.

Monsieur Ibrahim et les fleurs du Coran • Uma amizade sem fronteiras ― François Dupeyron (2003) França. Elenco: Omar Sharif, Pierre Boulanger, Gilbert Melki. (94 min)

Entrada franca.

 Classificação indicativa

Não recomendado para menores de 14 anos

Críticas e comentários

Leituras complementares

 Trailer