Acossado

 

Acossado (Jean Luc Godard, 1960)

21 mar.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

À bout de souffle (Acossado). Direção: Jean Luc Godard. Produção: Georges de Beauregard. Roteiro: François Truffaut, Jean-Luc Godard, Claude Chabrol. Música: Martial Solal. Fotografia: Raoul Coutard. Edição: Cécile Decugis. . Elenco: Jean Seberg, Jean-Paul Belmondo, Daniel Boulanger, Henri-Jacques Huet, Roger Hanin e outros. ― 1960, França. 1h 30min. Em francês; inglês, com legendas em português.

Após roubar um carro, Michel mata um policial e busca refúgio nos braços de Patricia, estudante norte-americana que vive em Paris. Enquanto ele se esconde das autoridades e planeja fugir para a Itália, a relação dos dois se aprofunda.

Está na lista dos melhores filmes de todos os tempos do British Film Institute.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

 

Beijos proibidos

Baisers volés (Beijos proibidos)

No dia 9 de junho, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Beijos proibidos, dirigido pelo cineasta francês François Truffaut (1932 – 1984).

Sinopse

Beijos proibidos é o terceiro filme protagonizado pelo personagem Antoine Doinel, o alterego do cineasta François Truffaut. Com o fim do serviço militar, Antoine Doinel procura um emprego e um amor em Paris. Depois de trabalhar como atendente noturno num hotel, passa a ser um detetive particular. Entre suas atrapalhadas investigações, vive um romance com a muito sensata Christine Darbon. Ao som da linda canção Que reste-t-il de nos amours, de Charles Trenet (1913 – 2001), Truffaut faz uma linda homenagem ao amor, com muita ternura e humor.

Baisers volés (Beijos proibidos). França: 1968. Direção: François Truffaut. Roteiro: François Truffaut, Claude de Givray, Bernard Revon, inspirado no romance Le Lys dans la vallée de Honoré de Balzac (1799 – 1850). Elenco: Jean-Pierre Léaud, Delphine Seyrig, Claude Jade, Michael Lonsdale, Harry-Max e outros. 90 min, em francês, com legendas em português.

Entrada franca

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

Hiroshima, meu amor

Hiroshima, mon amour (Alain Resnais, 1959)

No dia 2 de dezembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Hiroshima, meu amor, dirigido pelo cineasta francês Alain Resnais (1922–2014).

Sinopse

Durante sua participação num filme sobre a paz, rodado em Hiroshima, uma atriz francesa tem uma aventura amorosa com um arquiteto japonês, o que reaviva nela lembranças de uma trágica paixão durante a ocupação nazista na França. Entre o passado de guerra e o presente de incertezas, ele e ela tentam tornar imortal este encontro fortuito, através da mistura de tempos, recordações e corpos.

Hiroshima, Mon Amour (Hiroshima, meu amor). França, Japão: 1959, 90 min, P&B, em francês, inglês, japonês, legendado em português. Direção: Alain Resnais. Roteiro: Marguerite Duras. Elenco: Emmanuelle Riva, Eiji Okada, Stella Dallas, Pierre Barbaud, Bernard Fresson.

Entrada franca.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Pedro, o negro

Cerný Petr  (Milos Forman, 1964)

No dia 12 de março, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB apresenta o filme Pedro, o negro, dirigido pelo checo Milos Forman. A sessão integra a programação sobre juventude, em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013.

Quando seguimos Pedro no seu trabalho, é visível que cada elemento de cena foi cuidadosamente pensado. Partimos de um personagem, chegamos a uma situação para, por fim, termos um mundo todo preenchido com grande cuidado.

Filipe Furtado

Sinopse

Petr tem 17 anos. Filho único de pais preocupados com seu futuro. Conseguiu seu primeiro emprego e sua primeira namorada. O filme nos faz mergulhar no cotidiano de Petr, por meu de sua relação com emprego, família e vida social. O grande ponto de virada para Petr é o emprego. Não é um trabalho qualquer, mas o de dedo duro responsável por vigiar, à paisana, os clientes que tentarem furtar algum produto no armazém local. É impossível não traçar um paralelo entre as pressões da saída da adolescência do jovem e o seu emprego como uma figura de repressão necessária numa sociedade em que as dificuldades financeiras tornam os pequenos furtos um evento frequente.

Pedro, o Negro lembra muito os filmes de Aintone Doinel que François Truffaut realizou, mas um Doinel numa sociedade necessariamente muito mais dura do que a França de então. Há, sobretudo, a ideia de transferência de um modo de vida que deveria passar de pai para filho, mas é emperrado num conflito de gerações.

Černý PetrPedro, o negro ― Miloš Forman (1964) Checoslováquia. Roteiro: Milos Forman, Jaroslav Papousek. Elenco: Ladislav Jakim, Pavla Martinkova, Jan Vostrcil. (85 min, preto e branco). Idioma: Checo.

ENTRADA FRANCA

Classificação indicativa

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas, análises e comentários

Trailer