A sedutora Madame Bovary

20 DE JUNHO
terça-feira − 19h30

Madame Bovary (A sedutora Madame Bovary). Direção: Vincente Minnelli. Produção: Pandro S. Berman. Roteiro: Robert Ardrey, baseado no romance Madame Bovary (1857), de Gustave Flaubert  (1821–1880). Música: Miklós Rózsa. Fotografia: Robert H. Planck. Edição: Ferris Webster. Direção de arte: Cedric Gibbons e Jack Martin Smith. Elenco: Jennifer Jones, James Mason, Van Heflin, Louis Jourdan, Alf Kjellin e outros.
― 1949, Estados Unidos.  P&B, 1h 54min. Em inglês, com legendas em português.

Emma – sonhadora e de alma burguesa – casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa. Emma, cada vez mais angustiada e frustrada, busca no adultério uma forma de encontrar a liberdade e a felicidade.
Madame Bovary, de Gustave Flaubert, é uma das obras-primas do realismo/naturalismo francês. Sua publicação produziu tamanho impacto na sociedade que seu autor foi levado aos tribunais, acusado de ultraje à moral pública e religiosa e aos bons costumes. Em sua defesa, Flaubert dirá a célebre frase “Emma Bovary c’est moi!” (Emma Bovary sou eu). O filme inicia com a defesa de Flaubert no tribunal. Ao fazer sua argumentação, o autor narra aos espectadores o romance.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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Fedora

Fedora (Billy Wilder, 1978)
24 DE MAIO
terça-feira − 19h30

Fedora. Direção: Billy Wilder. Produção: I.A.L. Diamond, Billy Wilder. Roteiro: Tom Tryon, Billy Wilder, I.A.L. Diamond. Música: Miklós Rózsa. Fotografia: Gerry Fisher. Edição: Stefan Arnsten, Fredric Steinkamp. Direção de arte: Robert André. Elenco: William Holden, Marthe Keller, Hildegard Knef, José Ferrer, Frances Sternhagen e outros.
― França, Alemanha Ocidental, 1978. 1h 56min. Em inglês, com legendas em português.

Durante o funeral de Fedora, uma famosa atriz afastada das telas há muitos anos, um produtor de cinema relembra suas duas últimas semanas, em que tentou convencê-la a participar de uma nova versão de “Anna Karenina”.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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