O círculo vermelho

O círculo vermelho (Jean-Pierre Melville, 1970)

31 DE OUTUBRO
terça-feira − 19h30

Le cercle rouge (O círculo vermelho). Direção e roteiro: Jean-Pierre Melville. Produção: Robert Dorfmann. Música: Éric Demarsan. Fotografia: Henri Decaë. Edição: Marie-Sophie Dubus, Jean-Pierre Melville. Elenco: Alain Delon, Gian Maria Volontè, Yves Montand, Bourvil, Paul Crauchet e outros.
― 1970, França, Itália. Color. (Eastmancolor), 2h 20min. Em francês, com legendas em português.

Corey é um charmoso ladrão que deixou a prisão no mesmo dia que o assassino Vogel escapou da custódia do superintendente de polícia Mattei. Assim começa a parceria entre os dois bandidos, que juntos com um ex-policial planejam um roubo de jóias.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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Um gato em Paris

Um gato em Paris (Jean-Loup Felicioli e Alain Gagnol, 2010)
11 DE OUTUBRO
terça-feira − 19h30

Une vie de chat (Um gato em Paris). Direção: Jean-Loup Felicioli, Alain Gagnol. Roteiro: Alain Gagnol, Jacques-Rémy Girerd. Música: Serge Besset.
― França, Países Baixos, Suíça, Bélgica, 2010. Cor, 75 min. Em francês, com legendas em português.

Dino é um gato que divide a vida entre duas casas. Durante o dia ele fica ao lado de Zoé, a filha de Jeanne, que é delegada de polícia. À noite ele acompanha Nico, um ladrão de grande habilidade que perambula pelos tetos de Paris em busca de novos roubos. Jeanne investiga vários roubos de joias e ainda precisa proteger o Colosso de Nairóbi, um monumento famoso cobiçado por Victor Costa. Dino é testemunha de tudo o que acontece com seus dois parceiros e, por causa disto, vive várias aventuras.

Livre para todos os públicos

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O batedor de carteiras

O batedor de carteiras (Robert Bresson, 1959)
12 DE JULHO
terça-feira − 19h30

Pickpocket (O batedor de carteiras). Direção e roteiro: Robert Bresson. Fotografia: Léonce-Henri Burel. Edição: Raymond Lamy. Elenco: Martin LaSalle, Marika Green, Jean Pélégri.
― França, 1959. P&B, 75 min. Em francês, com legendas em português.

Michael passa os dias nas ruas de Paris refinando sua técnica de batedor de carteiras. Quando conhece Jeanne , cuja ocupação é cuidar da mãe doente, ele reavalia sua vida. O Batedor de Carteiras é inspirado no romance Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski. Em seus filmes minimalistas e radicais, Bresson adotou ideais filosóficos de pureza, cujo efeito na tela é uma estética que dispensa tudo que não seja essencial. Narrado com poucos movimentos de câmera e atores não profissionais, O Batedor de Carteiras é o exemplo máximo do método de Bresson. O resultado é uma ficção que mais parece um documentário.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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