Splendor

 

Splendor (Ettore Scola, 1989)

20 jun.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Splendor. Direção e roteiro: Ettore Scola (1931–2016). Música: Armando Trovajoli. Fotografia: Luciano Tovoli. Edição: Francesco Malvestito. Design de produção: Luciano Ricceri. Elenco: Marcello Mastroianni (1924–1996), Massimo Troisi (1953–1994), Marina Vlady (1938-), Paolo Panelli, Pamela Villoresi e outros.
― 1989, Itália, França. 1h 50min. Em italiano, com legendas em português.

Jordan tem seu próprio cinema na Itália, chamado Splendor. Chantal é sua esposa e caixa do cinema, enquanto Luigi é um amigo da família e projecionista dos filmes. E tudo parecia tranquilo até que as pessoas se desinteressaram pelo cinema. Jordan recebe uma proposta para vender a sala para um outro ramo de negócio. Talvez seja a solução para pagar suas dívidas, embora seja o fim de seus sonhos.

Livre para todos os públicos

Um pano branco estendido e um menino sentado em frente dele. Esse é o cinema de Ettore Scola. Nessa emocionante narrativa, o diretor italiano provoca a nostalgia no espectador ao projetar, na tela do cinema Splendor, alguns dos sucessos que conquistaram o mundo. Filmes dentro do filme. A metalinguística aqui não é apenas um diálogo, mas também uma homenagem.

Gabriela Miranda

 

 

Críticas e comentários

Anúncios

Cinema Paradiso

Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore, 1988)

13 jun.
quarta-feira, 19:30 — Centro Cultural de Brasília

Nuovo cinema Paradiso (Cinema Paradiso). Direção: Giuseppe Tornatore. Produção: Franco Cristaldi, Giovanna Romagnoli. Roteiro: Giuseppe Tornatore, Vanna Paoli. Música: Ennio Morricone. Fotografia: Blasco Giurato. Edição: Mario Morra. Design de produção: Andrea Crisanti. Elenco: Antonella Attili, Enzo Cannavale, Isa Danieli, Leo Gullotta, Marco Leonardi e outros.
― 1988, Itália, França. 2h 35min. Em italiano, com legendas em português.

O menino Toto se encanta pelo cinema e inicia uma grande amizade com o projecionista de sua pequena cidade. Já adulto e agora um cineasta bem-sucedido, Toto volta a lembrar de sua infância ao descobrir que seu velho amigo faleceu.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

A noite americana

A noite americana (François Truffaut, 1973)

6 DE SETEMBRO
quarta-feira − 19h30

La nuit américaine (A noite americana). Direção: François Truffaut. Produção: Marcel Berbert. Roteiro: François Truffaut, Jean-Louis Richard, Suzanne Schiffman. Música: Georges Delerue. Fotografia: Pierre-William Glenn. Edição: Martine Barraqué, Yann Dedet. Design de produção, direção de arte: Damien Lanfranchi. Figurino: Monique Dury. Elenco: Jacqueline Bisset, Valentina Cortese, Dani, Alexandra Stewart, Jean-Pierre Aumont, Jean Champion, Jean-Pierre Léaud, François Truffaut, Nike Arrighi e outros.
― 1973, França, Itália. 1h 55min. Em francês e inglês, com legendas em português.

Na França começam as filmagens do longa Je vous présente Pamela, que conta a história de uma jovem inglesa que troca o marido francês pelo sogro. Ferrand (François Truffaut) é o diretor, e tem que lidar com os mais diversos problemas que aparecem nos sets de filmagens, desde a depressão de um ator até o inusitado gato que não consegue atuar. Uma encantadora homenagem à arte de fazer cinema.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

 A Noite Americana é um dos mais humanos e
interessantes filmes já realizados sobre o cinema.

Luiz Santiago

Críticas e comentários

Fedora

Fedora (Billy Wilder, 1978)
24 DE MAIO
terça-feira − 19h30

Fedora. Direção: Billy Wilder. Produção: I.A.L. Diamond, Billy Wilder. Roteiro: Tom Tryon, Billy Wilder, I.A.L. Diamond. Música: Miklós Rózsa. Fotografia: Gerry Fisher. Edição: Stefan Arnsten, Fredric Steinkamp. Direção de arte: Robert André. Elenco: William Holden, Marthe Keller, Hildegard Knef, José Ferrer, Frances Sternhagen e outros.
― França, Alemanha Ocidental, 1978. 1h 56min. Em inglês, com legendas em português.

Durante o funeral de Fedora, uma famosa atriz afastada das telas há muitos anos, um produtor de cinema relembra suas duas últimas semanas, em que tentou convencê-la a participar de uma nova versão de “Anna Karenina”.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

Crepúsculo dos deuses

Crepúsculo dos deuses (Billy Wilder, 1950)
17 DE MAIO
terça-feira − 19h30

Sunset Boulevard (Crepúsculo dos deuses). Direção: Billy Wilder. Produção: Charles Brackett. Roteiro: Charles Brackett, Billy Wilder, D.M. Marshman Jr. Música: Franz Waxman. Fotografia: John F. Seitz. Edição: Arthur P. Schmidt. Direção de arte: Hans Dreier, John Meehan. Decoração de interiores: Sam Comer, Ray Moyer. Figurino: Edith Head. Elenco: Gloria Swanson, William Holden, Erich von Stroheim, Nancy Olson, Fred Clark e outros.
― Estados Unidos, 1950. P&B, 1h 50min. Distribuição: Paramount Classics. Em inglês, com legendas em português.

Gloria Swanson como Norma Desmond, uma ex-rainha do cinema mudo, e William Holden, como um roteirista desconhecido, envolvido por ela, criaram dois memoráveis personagens neste filme. Vencedora de três Oscar, a versão do diretor Billy Wilder desta bizarra história é um verdadeiro clássico do cinema. Da inesquecível primeira cena até o inevitavelmente trágico desfecho, o filme é a palavra final sobre o lado cruel de Hollywood. Erich von Stroheim, como o descobridor, ex-marido e mordomo, e Nancy Olson, com o toque de brilho nesta sombria tragédia, forma igualmente aclamados por suas excelentes interpretações.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

«Sunset Boulevard é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos sobre a indústria cinematográfica.
Na verdade, é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos.»

Sérgio Vaz

 

Críticas e comentários

O que aconteceu com Baby Jane?

O que aconteceu com Baby Jane (Robert Aldrich, 1962)
10 DE MAIO
terça-feira − 19h30

What Ever Happened to Baby Jane? (O que aconteceu com Baby Jane?). Direção: Robert Aldrich. Produção: Kenneth Hyman, Robert Aldrich. Roteiro: Lukas Heller, baseado no romance What ever happened to Baby Jane?, de Henry Farrell (1920-2006). Música: Frank De Vol. Fotografia: Ernest Haller. Edição: Michael Luciano. Elenco: Bette Davis, Joan Crawford, Victor Buono, Wesley Addy, Julie Allred e outros.
― Estados Unidos, 1962. P&B, 2h 14min. Em inglês, com legendas em português.

Jane Hudson é uma atriz que, quando criança, ficou famosa e conhecida como Baby Jane. No ostracismo, já adulta, vive reclusa com sua irmã Blanche.

Não recomendado para menores de 16 anos

 

Críticas e comentários