Léon Morin, padre

Léon Morin, padre (Jean-Pierre Melville, 1961)

4 DE OUTUBRO
quarta-feira − 19h30

Léon Morin, prêtre (Léon Morin, padre). Direção: Jean-Pierre Melville. Produção: Georges de Beauregard, Carlo Ponti. Roteiro: Jean-Pierre Melville, adaptação do romance Léon Morin, prêtre (1952), de Béatrix Beck (1914-2008). Música: Martial Solal. Fotografia: Henri Decaë. Edição: Jacqueline Meppiel. Elenco: Jean-Paul Belmondo, Emmanuelle Riva, Irène Tunc, Nicole Mirel, Gisèle Grimm e outros.
― 1961, França, Itália. P&B, 1h 57min. Em francês, com legendas em português.

Interior da França, durante a ocupação alemã, na Segunda Grande Guerra. Barny ― uma jovem viúva que vive com a sua filha pequena e que é militante do partido comunista ― decide dirigir-se à paróquia e confrontar um padre com a ideia da inexistência de Deus. Contudo, a reação do padre não era aquela que ela imaginava e desta inquietação surge um forte relacionamento entre os dois.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

 

 Críticas e comentários

 

 

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Dom Helder Camara: o santo rebelde

Helder Camara

No dia 8 de dezembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum do Centro Cultural de Brasília (Jesuítas) apresenta o documentário Dom Helder Camara: o santo rebelde, dirigido pela cineasta brasileira Erika Bauer.

A apresentação do filme Dom Helder Camara: o santo rebelde insere-se na programação de comemoração dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II.

«Se dou comida aos pobres, eles me chamam de santo.
Se eu pergunto por que os pobres não têm comida, eles me chamam de comunista.»

Dom Helder Câmara

Sinopse

O Santo Rebelde revela, com imagens raras e depoimentos exclusivos, a trajetória de Dom Helder Camara (1909 – 1999), poeta e Arcebispo de Olinda e Recife no período de 1964 a 1985. Idealizador da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), denunciou e trabalhou contra as injustiças que assolavam o Brasil do século XX, enquanto via na desigualdade social a verdadeira ameaça à humanidade. Sua luta o levou a ser censurado por onde anos no Brasil durante a ditadura militar. Dom Helder foi indicado quatro vezes ao Nobel da Paz.

Dom Helder Camara: o santo rebelde. Brasil: 2004. Direção: Erika Bauer. Distribuidor: Pandora Filmes. 74 min.

 

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Indicação de leituras

Paulo VI (parte 2)

Paolo VI - Il Papa nella tempesta (2008)

No dia 1º de dezembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta a segunda parte do filme Paulo VI, o Papa na tempestade dirigido pelo cineasta italiano Fabrizio Costa.

A apresentação deste filme insere-se nas comemorações dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962 – 1965).

 

Sinopse

Cinebiografia de Giovanni Battista Montini (1897-1978), que se tornaria Paulo VI, ao suceder, em 1963, ao Papa João XXIII. O enredo tem como evento de base o sequestro e assassinato de Aldo Moro (1916-1978), amigo de Paulo VI. Por meio das memórias do pontífice, já octogenário, percorrem-se momentos chave da vida de Montini, imersos na vida da Igreja e do Mundo. A primeira parte apresenta o período em que atuou na Secretaria de Estado no Vaticano (1922 – 1954), sua atuação como assistente eclesiástico da Federação Universitária Católica Italiana (Fuci), sua atuação como Arcebispo de Milão (1954 – 1963), sua atuação como padre conciliar no Vaticano II. A primeira parte encerra-se com sua eleição ao papado e continuação do Concílio. A segunda parte mostra sua atuação firme na condução do Concílio, suas viagens pastorais e o enfrentamento da implementação das decisões do Concílio. Um retrato multiforme que percorre cinquenta anos de história que mudou a fisionomia da Igreja Católica no mundo contemporâneo.

Paolo VI, Il Papa nella tempesta – Paulo VI, o papa da misericórdia (Paulo VI, o Papa na tempestade). Itália: 2008. Direção: Fabrizio Costa. Roteiro: Francesco Arlanch, Maura Nuccetelli, Gianmario Pagano. Elenco: Fabrizio Gifuni, Mauro Marino, Antonio Catania, Mariano Rigillo, Claudio Botosso e outros. Música: Marco Frisina. Fotografia: Giovanni Galasso. Edição: Nicola Bonifati, Alessandro Corradi. Figurino: Enrica Biscossi. 102 min (1ª parte), 96 min (2ª parte), em italiano, latim, com legenda em português.

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Textos de apoio

Paulo VI

 Paolo VI - Il Papa nella tempesta (2008)

No dia 24 de novembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta a primeira parte do filme Paulo VI, o Papa na tempestade dirigido pelo cineasta italiano Fabrizio Costa.

A apresentação deste filme insere-se nas comemorações dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962 – 1965).

 

Sinopse

Cinebiografia de Giovanni Battista Montini (1897-1978), que se tornaria Paulo VI, ao suceder, em 1963, ao Papa João XXIII. O enredo tem como evento de base o sequestro e assassinato de Aldo Moro (1916-1978), amigo de Paulo VI. Por meio das memórias do pontífice, já octogenário, percorrem-se momentos chave da vida de Montini, imersos na vida da Igreja e do Mundo. A primeira parte apresenta o período em que atuou na Secretaria de Estado no Vaticano (1922 – 1954), sua atuação como assistente eclesiástico da Federação Universitária Católica Italiana (Fuci), sua atuação como Arcebispo de Milão (1954 – 1963), sua atuação como padre conciliar no Vaticano II. A primeira parte encerra-se com sua eleição ao papado e continuação do Concílio. A segunda parte mostra sua atuação firme na condução do Concílio, suas viagens pastorais e o enfrentamento da implementação das decisões do Concílio. Um retrato multiforme que percorre cinquenta anos de história que mudou a fisionomia da Igreja Católica no mundo contemporâneo.

Paolo VI, Il Papa nella tempesta – Paulo VI, o papa da misericórdia (Paulo VI, o Papa na tempestade). Itália: 2008. Direção: Fabrizio Costa. Roteiro: Francesco Arlanch, Maura Nuccetelli, Gianmario Pagano. Elenco: Fabrizio Gifuni, Mauro Marino, Antonio Catania, Mariano Rigillo, Claudio Botosso e outros. Música: Marco Frisina. Fotografia: Giovanni Galasso. Edição: Nicola Bonifati, Alessandro Corradi. Figurino: Enrica Biscossi. 102 min (1ª parte), 96 min (2ª parte), em italiano, latim, com legenda em português.

Entrada franca

Livre para todos os públicos

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