A religiosa

13 DE JUNHO
terça-feira − 19h30

La religieuse (A religiosa). Direção: Guillaume Nicloux. Produção: Benoît Quainon. Roteiro: Guillaume Nicloux, Jérôme Beaujour, baseado no romance La Religieuse, de Denis Diderot (1713-1784). Música: Max Richter. Fotografia: Yves Cape. Edição: Guy Lecorne. Elenco: Pauline Etienne, Isabelle Huppert, Louise Bourgoin, Françoise Lebrun, Agathe Bonitzer, Gilles Cohen e outros.
― 2013, França, Alemanha, Bélgica. 1h 52min. Em francês, latim, com legendas em português. 

França, 1760. Nascida em uma família burguesa, Suzanne Simonin é uma jovem com um talento natural para música – e que aspira a viver na sociedade. Ela fica completamente atordoada quando seus pais a enviam para um convento, contra sua vontade. Adaptado do romance póstumo de Diderot, A Religiosa mostra a trajetória de uma mulher tentando resistir a valores religiosos impostos e revela a desumanização da vida de clausura, na França do século XVIII.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

 

Versão de 1966:

La religieuse (A religiosa). Direção: Jacques Rivette. Produção: Georges de Beauregard. Roteiro: Jean Gruault, Jacques Rivette, baseado no romace homônimo de Denis Diderot. Elenco: Anna Karina, Liselotte Pulver, Micheline Presle. ― 1966, França. 2h 15min.

Dom Camilo e o Deputado Peppone

30 DE MAIO
terça-feira − 19h30

Don Camillo e l’onorevole Peppone (Dom Camilo e o Deputado Peppone, ou, A grande briga de Dom Camilo). Direção: Carmine Gallone. Produção: Angelo Rizzoli. Roteiro: Giovanni Guareschi, René Barjavel, Leonardo Benvenuti, Agenore Incrocci, Furio Scarpelli, baseado na obra de Giovanni Guareschi (1908–1968). Música: Alessandro Cicognini. Fotografia: Anchise Brizzi. Edição: Niccolò Lazzari. Elenco: Fernandel, Gino Cervi, Claude Sylvain, Leda Gloria, Umberto Spadaro e outros.
― 1955, Itália, França, Rizzoli Film. P&B, 1h 37min. Em italiano, com legendas em português.

Dom Camillo, padre católico de uma pequena cidade do norte da Itália, fica furioso quando Peppone, o prefeito comunista da cidade, lança sua candidatura para deputado. A ideia de Peppone exercer mais poder do que tem atualmente deixa Dom Camillo fora de si. Ele tentará sabotar de todos os modos a campanha eleitoral de Peppone.

 

Livre para todos os públicos

O bom pastor

O Bom Pastor (Leo McCarey, 1944)

No dia 15 de dezembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme O bom pastor, dirigido pelo cineasta estadunidense Leo McCarey (1896–1969).

Sessão pipocaencerramento da programação 2015

Sinopse

O jovial Chuck levava uma vida alegre de desportos, canções e romance antes de se tornar padre da Igreja Católica. O agora Padre O’Malley é enviado a uma paróquia em um bairro periférico de Nova Iorque. Irá substituir Padre Fitzgibbon, pároco há 45 anos. Quando chega à paróquia, a experiência mundana de O’Malley’s ajuda-o a conectar-se à realidade local e a cooperar na mediação de conflitos, além de dar uma boa ajuda na área financeira da paróquia. O relacionamento, inicialmente conflituoso, entre o jovem e o idoso cresce numa bela alegoria de uma Igreja que tira do seu tesouro coisas novas e velhas (cf. Mt 13, 52).

Going My Way (O bom pastor). Estados Unidos: 1944. Direção: Leo Mccarey. Roteiro: Frank Butler, Frank Cavett, Leo McCarey, Lloyd C. Douglas. Elenco: Bing Crosby, Barry Fitzgerald, Frank McHugh, James Brown, Gene Lockhart e outros. 126 min, P&B, em inglês, com legendas em português.

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Dom Helder Camara: o santo rebelde

Helder Camara

No dia 8 de dezembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum do Centro Cultural de Brasília (Jesuítas) apresenta o documentário Dom Helder Camara: o santo rebelde, dirigido pela cineasta brasileira Erika Bauer.

A apresentação do filme Dom Helder Camara: o santo rebelde insere-se na programação de comemoração dos 50 anos do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II.

«Se dou comida aos pobres, eles me chamam de santo.
Se eu pergunto por que os pobres não têm comida, eles me chamam de comunista.»

Dom Helder Câmara

Sinopse

O Santo Rebelde revela, com imagens raras e depoimentos exclusivos, a trajetória de Dom Helder Camara (1909 – 1999), poeta e Arcebispo de Olinda e Recife no período de 1964 a 1985. Idealizador da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), denunciou e trabalhou contra as injustiças que assolavam o Brasil do século XX, enquanto via na desigualdade social a verdadeira ameaça à humanidade. Sua luta o levou a ser censurado por onde anos no Brasil durante a ditadura militar. Dom Helder foi indicado quatro vezes ao Nobel da Paz.

Dom Helder Camara: o santo rebelde. Brasil: 2004. Direção: Erika Bauer. Distribuidor: Pandora Filmes. 74 min.

 

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Indicação de leituras

Francesco

Mickey Rourke - Francesco ( Liliana Cavani, 1989)

No dia 17 de novembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Francesco, dirigido pela cineasta italiana Liliana Cavani.

Sinopse

Vida de São Francisco de Assis (c. 1182 – 1226), narrada por seus companheiros e companheiras nos primeiros anos do franciscanismo.

Francesco (Francesco: a história de São Francisco de Assis). Itália, Alemanha Ocidental: 1989. Direção: Liliana Cavani. Roteiro: Liliana Cavani, Roberta Mazzoni. Elenco: Mickey Rourke, Helena Bonham Carter, Andréa Ferréol, Nikolaus Dutsch, Peter Berling e outros. Música: Vangelis. Fotografia: Ennio Guarnieri, Giuseppe Lanci. Edição: Gabriella Cristiani. Direção de arte: Danilo Donati. 120 min, em italiano, com legenda em português.

Livre para todos os públicos

Entrada franca

Comentários, críticas, textos de apoio

Joana d’Arc (1948)

Joana d’Arc (Victor Fleming, 1948)

No dia 15 de setembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Joana d’Arc, dirigido pelo cineasta estadunidense Victor Fleming (1889–1949).

Este filme integra o Pequeno Festival Ingrid Bergman (1915–1982), na comemoração do centenário de seu nascimento.

#IngridBergman100

Sinopse

França, início do século XV. O Delfim de França, herdeiro da coroa, vem perdendo sucessivas batalhas e não consegue ser coroado rei, pois a capital está invadida pelos ingleses. Joana, uma jovem de 14 anos, tem escutado vozes que a chamam para comandar o exército francês à vitória. Já crescida, o príncipe-herdeiro da França decide enviá-la para o campo de batalha. Ela guia os franceses à vitória enfrentando intensas batalhas, até que finalmente a cidade real volta ao poder da França e seu Rei finalmente é coroado. Mas ela é traída e entregue aos ingleses, que a levam ao tribunal da igreja, a acusam de heresia e a condenam à fogueira por não se submeter a eles.

Joan of Arc (Joana d’Arc). Estados Unidos: 1948. Direção: Victor Fleming. Roteiro: Maxwell Anderson, Andrew Solt, baseado na peça de teatro “Joan of Lorraine”, Maxwell Anderson. Elenco: Ingrid Bergman, Francis L. Sullivan, J. Carrol Naish, Ward Bond, Shepperd Strudwick e outros. Música: Hugo Friedhofer. Direção de fotografia: Winton C. Hoch; William V. Skall; Joseph A. Valentine. Edição: Frank Sullivan. 145 min, em inglês, com legendas em português.

Entrada franca

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Leituras sugeridas

Os sinos de Santa Maria

 Os Sinos de Santa Maria (1945)

No dia 8 de setembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Os sinos de Santa Maria, dirigido pelo cineasta estadunidense Leo McCarey (1896–1969).

Este filme integra o Pequeno Festival Ingrid Bergman (1915–1982), na comemoração do centenário de seu nascimento.

#IngridBergman100

Sinopse

Padre Chuck O’Malley é enviado ao Colégio Santa Maria, dirigido por freiras, a fim de substituir o antigo pároco e ajudar a recuperar a instituição que se acha quase falida. O filme narra o relacionamento entre a Madre Mary Benedict, a superiora das religiosas do colégio, e o novo pároco, principalmente no que tange às diferenças de opiniões em relação à melhor forma de educar seus alunos.

The Bells of St. Mary’s (Os sinos de Santa Maria). Estados Unidos: 1945. Direção: Leo Mccarey. Roteiro: Dudley Nichols, Leo McCarey. Elenco: Bing Crosby, Ingrid Bergman, Henry Travers, William Gargan, Ruth Donnelly e outros. Música: Robert Emmett; Dolan. Diretor de fotografia: George Barnes. Edição: Harry Marker. Direção de arte: William Flannery; Albert S. D’Agostino. Figurino: Edith Head. 126 min, em inglês, com legendas em português.

Entrada franca

Livre para todos os públicos

Comentários e críticas