A nau dos insensatos

11 DE JULHO
terça-feira − 19h30

Ship of Fools (A nau dos insensatos). Direção e produção: Stanley Kramer. Roteiro: Abby Mann, baseado no romance Ship of fools (1962), de Katherine Anne Porter. Música: Ernest Gold. Fotografia: Ernest Laszlo. Edição: Robert C. Jones. Design de produção: Robert Clatworthy. Decoração: Joseph Kish. Figurino: Bill Thomas. Elenco: Vivien Leigh, Simone Signoret, José Ferrer, Lee Marvin, Oskar Werner e outros.
― 1965, Estados Unidos. P&B, 2h 29min. Em inglês, alemão, espanhol, com legendas em português.

O filme mostra a história de diferentes passageiros a bordo de um navio que viaja do México rumo à Alemanha pré-Hitler. Durante longos 36 dias, vários personagens contam suas vidas e suas experiências. Há um discípulo do nazismo, um rico judeu, um dançarino franzino e sua trupe. Um médico, Wilhelm Schumann, fica frustrado por não conquistar a bela Condessa; há o nobre e amaldiçoado espanhol; o amor entre os dois jovens e artistas americanos. E há também Glocken, um anão filósofo que anuncia que aquela é a nau dos insensatos.

Livre para todos os públicos

Críticas e comentários

As bostonianas

27 DE JUNHO
terça-feira − 19h30

The Bostonians (As bostonianas). Direção: James Ivory. Produção: Ismail Merchant. Roteiro: Ruth Prawer Jhabvala, baseado no romance The Bostonians (1886), de Henry James (1843–1916). Música: Richard Robbins. Fotografia: Walter Lassally. Edição: Mark Potter Jr., Katherine Wenning. Elenco: Vanessa Redgrave, Christopher Reeve, Jessica Tandy, Madeleine Potter, Nancy Marchand, Wesley Addy.
― 1984, Reino Unido, Estados Unidos. 2h 2min. Em inglês, com legendas em português.

Boatos, 1875. Uma das líderes do movimento feminista se deixa fascinar por Verena, uma jovem e talentosa oradora, que por sua vez se envolve com um advogado de pensamento conservador quanto ao papel da mulher na sociedade. A jovem fica indecisa entre a causa feminista e o casamento e a vida doméstica convencional.

 

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

A sedutora Madame Bovary

20 DE JUNHO
terça-feira − 19h30

Madame Bovary (A sedutora Madame Bovary). Direção: Vincente Minnelli. Produção: Pandro S. Berman. Roteiro: Robert Ardrey, baseado no romance Madame Bovary (1857), de Gustave Flaubert  (1821–1880). Música: Miklós Rózsa. Fotografia: Robert H. Planck. Edição: Ferris Webster. Direção de arte: Cedric Gibbons e Jack Martin Smith. Elenco: Jennifer Jones, James Mason, Van Heflin, Louis Jourdan, Alf Kjellin e outros.
― 1949, Estados Unidos.  P&B, 1h 54min. Em inglês, com legendas em português.

Emma – sonhadora e de alma burguesa – casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa. Emma, cada vez mais angustiada e frustrada, busca no adultério uma forma de encontrar a liberdade e a felicidade.
Madame Bovary, de Gustave Flaubert, é uma das obras-primas do realismo/naturalismo francês. Sua publicação produziu tamanho impacto na sociedade que seu autor foi levado aos tribunais, acusado de ultraje à moral pública e religiosa e aos bons costumes. Em sua defesa, Flaubert dirá a célebre frase “Emma Bovary c’est moi!” (Emma Bovary sou eu). O filme inicia com a defesa de Flaubert no tribunal. Ao fazer sua argumentação, o autor narra aos espectadores o romance.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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O prisioneiro de Zenda


23 DE MAIO
terça-feira − 19h30

The Prisoner of Zenda (O prisioneiro de Zenda). Direção: Richard Quine. Produção: Walter Mirisch. Roteiro: Dick Clement, Ian La Frenais, Edward E. Rose, baseado no romance The Prisoner of Zenda (1894), de Anthony Hope (1863–1933). Música: Henry Mancini. Fotografia: Arthur Ibbetson. Edição: Byron Buzz Brandt. Elenco: Peter Sellers, Lynne Frederick, Lionel Jeffries, Elke Sommer, Gregory Sierra e outros.
― 1979, Estados Unidos, Universal Pictures. 1h 48min. Em inglês, com legendas em português.

O rei de Ruritânia, Rudolf IV (Peter Sellers), morre no dia do seu aniversário dando lugar aos previsíveis problemas de sucessão. Rudolf V, aliás Rudy (Peter Sellers), é um boêmio e que mantém devaneios amorosos com a mulher de um duque (Jeremy Kemp). O seu meio-irmão (Stuart Wilson) não está disposto a permitir que Rudy seja coroado rei, pelo que tenta matá-lo a todo o custo. Depois de várias tentativas de assassinato, o homem de confiança de Rudy encontra o condutor de carruagem Syd Frewin (Peter Sellers), sósia de Rudolf V, para o substituir até ao dia da coroação.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Outras versões de O Prisioneiro de Zenda

  • The Prisoner of Zenda. Direção: Hugh Ford, Edwin S. Porter. Elenco: James K. Hackett, Beatrice Beckley, David Torrence.
    ― 1913, Estados Unidos, Famous Players Film Company. P&B, silencioso.
  • The Prisoner of Zenda. Direção: George Loane Tucker. Elenco: Henry Ainley, Jane Gail, Gerald Ames.
    ― 1915, Reino Unido, London Film Productions. P&B, silencioso.
  • The Prisoner of Zenda. Direção: Rex Ingram. Elenco: Lewis Stone, Alice Terry, Robert Edeson.
    ― 1922, Estados Unidos, Metro Pictures Corporation. P&B, silencioso.
  • The Prisoner of Zenda. Direção: John Cromwell, W.S. Van Dyke. Elenco: Ronald Colman, Madeleine Carroll, C. Aubrey Smith.
    ― 1937, Estados Unidos, Selznick International Pictures. P&B.
  • The Prisoner of Zenda. Direção: Richard Thorpe. Elenco: Stewart Granger, Deborah Kerr, Louis Calhern.
    ― 1952, Estados Unidos, Metro-Goldwyn-Mayer. Technicolor.

Polyester

16 DE MAIO
terça-feira − 19h30

Polyester. Direção, produção e roteiro: John Waters. Música: Michael Kamen. Fotografia: David Insley. Edição: Charles Roggero. Elenco: Divine, Tab Hunter, Edith Massey, David Samson, Mary Garlington e outros.
― Estados Unidos, 1981. 1h 26min. Em inglês, com legendas em português.

Francine, dedicada dona de casa, luta para salvar seu casamento e dar um bom futuro para seus filhos. As coisas não são fáceis para ela: seu marido tem um caso com a secretária, sua filha é ninfomaníaca e seu filho, um maníaco pedólatra. As circunstâncias a levam ao alcoolismo, chegando ao fundo do poço. Felizmente, com a ajuda de uma amiga – sua ex-empregada que virou milionária – Francine consegue dar a volta por cima. Polyester é uma comédia mórbida, satirizando a família perfeita norte-americana. O humor e o deboche são mesclados em moderada acidez. Francine é interpretada por Divine (1945–1988), famosa drag queen.

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A noite dos desesperados

21 DE MARÇO
terça-feira − 19h30

They Shoot Horses, Don’t They? (A noite dos desesperados). Direção: Sydney Pollack. Produção: Robert Chartoff, Irwin Winkler. Roteiro: James Poe, Robert E. Thompson, baseado no romance They shoot horses, don’t they? (1935), de Horace McCoy (1897–1955). Música: Johnny Green. Fotografia: Philip H. Lathrop. Edição: Fredric Steinkamp. Elenco: Jane Fonda, Michael Sarrazin, Susannah York, Gig Young, Red Buttons e outros.
― Estados Unidos, 1969. 2h 9min Em inglês, com legendas em português.

Durante a grande depressão, na década de 1930, nos Estados Unidos, o desemprego assola a população. O filme mostra o universo dos concursos de dança, que testavam ao extremo a resistência dos competidores em troca de comida, roupas e alguns trocados.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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A felicidade não se compra

A felicidade não se compra (Frank Capra, 1946)

13 DE DEZEMBRO
terça-feira − 19h30

It’s a wonderful life (A felicidade não se compra). Direção: Frank Capra. Produção: Frank Capra. Roteiro: Frances Goodrich, Albert Hackett, Frank Capra, Jo Swerling, Philip Van Doren Stern, Michael Wilson. Elenco: James Stewart, Donna Reed, Lionel Barrymore, Thomas Mitchell, Henry Travers e outros.
― Estados Unidos, 1946. P&B, 2h 10min. Em inglês, com legendas em português.

Na véspera de Natal, o caridoso George Bailey decide se suicidar por não ter como pagar uma dívida inesperada. Ele é salvo por seu anjo da guarda, que lhe mostra como as vidas de tantas pessoas e sua cidade seriam diferentes se ele não tivesse nascido e feito de sua vida um serviço de amor aos outros. Um conto de Natal, com renovada esperança no gênero humano.

Livre para todos os públicos

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