Fedora

Fedora (Billy Wilder, 1978)
24 DE MAIO
terça-feira − 19h30

Fedora. Direção: Billy Wilder. Produção: I.A.L. Diamond, Billy Wilder. Roteiro: Tom Tryon, Billy Wilder, I.A.L. Diamond. Música: Miklós Rózsa. Fotografia: Gerry Fisher. Edição: Stefan Arnsten, Fredric Steinkamp. Direção de arte: Robert André. Elenco: William Holden, Marthe Keller, Hildegard Knef, José Ferrer, Frances Sternhagen e outros.
― França, Alemanha Ocidental, 1978. 1h 56min. Em inglês, com legendas em português.

Durante o funeral de Fedora, uma famosa atriz afastada das telas há muitos anos, um produtor de cinema relembra suas duas últimas semanas, em que tentou convencê-la a participar de uma nova versão de “Anna Karenina”.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

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Crepúsculo dos deuses

Crepúsculo dos deuses (Billy Wilder, 1950)
17 DE MAIO
terça-feira − 19h30

Sunset Boulevard (Crepúsculo dos deuses). Direção: Billy Wilder. Produção: Charles Brackett. Roteiro: Charles Brackett, Billy Wilder, D.M. Marshman Jr. Música: Franz Waxman. Fotografia: John F. Seitz. Edição: Arthur P. Schmidt. Direção de arte: Hans Dreier, John Meehan. Decoração de interiores: Sam Comer, Ray Moyer. Figurino: Edith Head. Elenco: Gloria Swanson, William Holden, Erich von Stroheim, Nancy Olson, Fred Clark e outros.
― Estados Unidos, 1950. P&B, 1h 50min. Distribuição: Paramount Classics. Em inglês, com legendas em português.

Gloria Swanson como Norma Desmond, uma ex-rainha do cinema mudo, e William Holden, como um roteirista desconhecido, envolvido por ela, criaram dois memoráveis personagens neste filme. Vencedora de três Oscar, a versão do diretor Billy Wilder desta bizarra história é um verdadeiro clássico do cinema. Da inesquecível primeira cena até o inevitavelmente trágico desfecho, o filme é a palavra final sobre o lado cruel de Hollywood. Erich von Stroheim, como o descobridor, ex-marido e mordomo, e Nancy Olson, com o toque de brilho nesta sombria tragédia, forma igualmente aclamados por suas excelentes interpretações.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

«Sunset Boulevard é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos sobre a indústria cinematográfica.
Na verdade, é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos.»

Sérgio Vaz

 

Críticas e comentários

O que aconteceu com Baby Jane?

O que aconteceu com Baby Jane (Robert Aldrich, 1962)
10 DE MAIO
terça-feira − 19h30

What Ever Happened to Baby Jane? (O que aconteceu com Baby Jane?). Direção: Robert Aldrich. Produção: Kenneth Hyman, Robert Aldrich. Roteiro: Lukas Heller, baseado no romance What ever happened to Baby Jane?, de Henry Farrell (1920-2006). Música: Frank De Vol. Fotografia: Ernest Haller. Edição: Michael Luciano. Elenco: Bette Davis, Joan Crawford, Victor Buono, Wesley Addy, Julie Allred e outros.
― Estados Unidos, 1962. P&B, 2h 14min. Em inglês, com legendas em português.

Jane Hudson é uma atriz que, quando criança, ficou famosa e conhecida como Baby Jane. No ostracismo, já adulta, vive reclusa com sua irmã Blanche.

Não recomendado para menores de 16 anos

 

Críticas e comentários

A grande vedete

A grande vedete (Watson Macedo, 1958)
3 DE MAIO
terça-feira − 19h30

A grande vedete. Direção: Watson Macedo. Produção: Oswaldo Massaini, Watson Macedo, Alberto Laranja. Roteiro: José Cajado Filho, Watson Macedo, Ismar Porto. Música: Lyrio Panicalli. Fotografia: Mario Pagés. Edição: Mauro Alice, Watson Macedo. Elenco: Dercy Gonçalves, John Herbert, Humberto Catalano, Marina Marcel, Zezé Macedo e outros.
― Brasil, 1958. P&B, 97 min. Em português.

Janete, outrora uma grande vedete, ainda acredita ter fama e beleza. Apaixona-se por Paulo, autor de revistas, e pensa que pode interpretar sua nova peça. Ninguém quer contrariá-la, mas Janete descobre o equívoco, cai de uma escada e exige a namorada de Paulo como substituta. A peça faz enorme sucesso e, ao final do espetáculo, o público exige a presença de Janete, consagrando-a definitivamente.

A exibição deste filme homenageia a atriz Zezé Macedo (1916 — 1999), na comemoração do centenário de seu nascimento.

Livre para todos os públicos

Textos e vídeos complementares

Nebraska

Nebraska (Alexander Payne, 2013)
29 MARÇO
terça-feira − 19h30

Nebraska. Direção: Alexander Payne. Produção: Albert Berger, Ron Yerxa, Paramount Vantage. Roteiro: Bob Nelson. Elenco: Bruce Dern, Will Forte, June Squibb, Bob Odenkirk, Stacy Keach e outros.
― Estados Unidos, 2013. P&B, 115 min. Em inglês, com legendas em português.

Woody Grant (Bruce Dern) é um homem idoso que acredita ter ganho US$ 1 milhão após receber pelo correio uma propaganda. Decidido a retirar o prêmio, ele resolve ir a pé até a distante cidade de Lincoln, em Nebraska. Percebendo que a teimosia do pai o fará viajar de qualquer jeito, seu filho David (Will Forte) resolve levá-lo de carro. No caminho Woody sofre um acidente e bate com a cabeça, precisando descansar. David decide mudar um pouco os planos, passando o fim de semana na casa de um de seus tios antes de partir para Lincoln. Woody conta a todos sobre a possibilidade de se tornar um milionário, despertando a cobiça não só da família como também de parte dos habitantes da cidade.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Críticas e comentários

Era uma vez em Tóquio (1953)

Era uma vez em TóquioNo dia 29 de abril, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (jesuítas) apresenta o filme Era uma vez em Tóquio (1953), dirigido pelo cineasta japonês Yasujiro Ozu (1903–1963) .

Ozu não é apenas um grande diretor, mas também um grande mestre e, depois que se conhece em seus filmes, um amigo.

Roger Ebert

Sinopse

Um casal idoso chega à cidade para visitar filhos e netos. Os filhos estão ocupados e os velhos lhes perturbam a rotina. Sem alarde e sem que ninguém admita, a visita não é agradável. O casal retorna para o lar. Dias depois a velha senhora morre. É o momento dos filhos fazerem o percurso inverso. Considerado a obra-prima máxima do diretor.

東京物語 – Tōkyō Monogatari (Era uma vez em Tóquio). Japão: 1953, 136 min, P&B. Direção: Yasujiro Ozu. Elenco: Chishû Ryû, Chieko Higashiyama, Sô Yamamura. Distribuição no Brasil: Cinemax.

Entrada franca.

Livre para todos os públicos

Leituras indicadas