Klute

15 DE AGOSTO
terça-feira − 19h30

Klute (Klute, o passado condena). Direção e produção: Alan J. Pakula. Roteiro: Andy Lewis, David E. Lewis. Música: Michael Small. Fotografia: Gordon Willis. Edição: Carl Lerner. Elenco: Jane Fonda, Donald Sutherland, Charles Cioffi, Roy Scheider, Dorothy Tristan e outros.
― 1971, Estados Unidos. 1h 54min. Em inglês, com legendas em português.

John Klute (Donald Sutherland) é um detetive contratado para descobrir o paradeiro de um empresário desaparecido há seis meses. Ele chega a Nova York para investigar o caso e a única pista que possui são cartas de teor pornográfico enviadas a Bree Daniels (Jane Fonda), uma prostituta. Bree provavelmente será a próxima vítima do assassino.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

Críticas e comentários

O terceiro homem

O terceiro homem (Carol Reed, 1949)5 DE JULHO
terça-feira − 19h30

The Third Man (O terceiro homem). Direção: Carol Reed. Roteiro: Graham Greene. Elenco: Orson Welles, Joseph Cotten, Alida Valli, Trevor Howard, Bernard Lee e outros.
― Reino Unido, 1949. P&B, 1h 44min. Em inglês, alemão, russo, com legendas em português.

Após a Segunda Guerra Mundial, o escritor americano Holly Martins (Joseph Cotten) chega em Viena. Ele está em crise e sem dinheiro, mas seu velho amigo de escola Harry Lime (Orson Welles) havia lhe prometido ajuda. Holly tenta encontrar Harry, mas fica sabendo que ele foi atropelado e teve morte instantânea. Intrigado, o escritor decide fazer sua própria investigação sobre o misterioso passado do amigo e descobrir a verdade por trás de um véu de mentiras.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

 

 Críticas e comentários

O longa captura em detalhes o clima de paranoia e confusão que marcou os primeiros anos do pós-guerra.
Rodrigo Carreiro

Crepúsculo dos deuses

Crepúsculo dos deuses (Billy Wilder, 1950)
17 DE MAIO
terça-feira − 19h30

Sunset Boulevard (Crepúsculo dos deuses). Direção: Billy Wilder. Produção: Charles Brackett. Roteiro: Charles Brackett, Billy Wilder, D.M. Marshman Jr. Música: Franz Waxman. Fotografia: John F. Seitz. Edição: Arthur P. Schmidt. Direção de arte: Hans Dreier, John Meehan. Decoração de interiores: Sam Comer, Ray Moyer. Figurino: Edith Head. Elenco: Gloria Swanson, William Holden, Erich von Stroheim, Nancy Olson, Fred Clark e outros.
― Estados Unidos, 1950. P&B, 1h 50min. Distribuição: Paramount Classics. Em inglês, com legendas em português.

Gloria Swanson como Norma Desmond, uma ex-rainha do cinema mudo, e William Holden, como um roteirista desconhecido, envolvido por ela, criaram dois memoráveis personagens neste filme. Vencedora de três Oscar, a versão do diretor Billy Wilder desta bizarra história é um verdadeiro clássico do cinema. Da inesquecível primeira cena até o inevitavelmente trágico desfecho, o filme é a palavra final sobre o lado cruel de Hollywood. Erich von Stroheim, como o descobridor, ex-marido e mordomo, e Nancy Olson, com o toque de brilho nesta sombria tragédia, forma igualmente aclamados por suas excelentes interpretações.

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

«Sunset Boulevard é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos sobre a indústria cinematográfica.
Na verdade, é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos.»

Sérgio Vaz

 

Críticas e comentários

Trono manchado de sangue

Trono manchado de sangue (Akira Kurosawa, 1957)
5 DE ABRIL
terça-feira − 19h30

Trono manchado de sangue [蜘蛛巣城 — Kumonosu-jô]. Direção: Akira Kurosawa. Produção: Akira Kurosawa, Sôjirô Motoki, Toho Company. Roteiro: Hideo Oguni, Shinobu Hashimoto, Ryûzô Kikushima, Akira Kurosawa, baseado na peça Macbeth, de William Shakespeare. Elenco: Toshirô Mifune, Minoru Chiaki, Isuzu Yamada, Akira Kubo, Hiroshi Tachikawa e outros.
― Japão, 1957. P&B, 110 min. Em japonês, com legendas em português.

A história do filme nos traz os acontecimentos em torno de Taketoki Washizu e Yoshiaki Miki, dois guerreiros que encontram uma bruxa/espírito numa floresta e recebem dela previsões para o futuro. Como as promessas são de nobreza de alto nível, os amigos zombam do que lhes é prometido. Mas Washizu compartilha o acontecimento com a esposa (que assume de maneira fantástica o papel da vilã Lady Macbeth, da peça original), a Senhora Asaji Washizu. Ela passa então a “envenenar” o esposo com ideias de que Miki iria conspirar, mais dia menos dia, contra seu amigo, e que então seria a ruína dos Washizu. Como forma de evitar esse futuro e para acelerar a sua subida ao trono e ao comando do Castelo da Teia de Aranha, Asaji convence Washizu a assassinar o Senhor do castelo. E então tem início a um rio de sangue que irá correr durante o filme inteiro. (Luiz Santiago. Plano Crítico)

#Shakespeare400

Este filme insere-se em nosso Pequeno Festival Shakespeare, em comemoração ao quarto centenário do falecimento de William Shakespeare (1564 – 1616).

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

 Críticas e comentários

À meia luz

À meia luz

No dia 1º de setembro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme À meia luz, dirigido pelo cineasta estadunidense George Cukor (1899–1983).

Este filme integra o Pequeno Festival Ingrid Bergman (1915–1982), na comemoração do centenário de seu nascimento.

#IngridBergman100

Sinopse

História de Paula Alquist, sobrinha de uma famosa cantora de ópera assassinada, e Gregory Anton, pianista pretendente e futuro esposo de Paula. Após o casamento, Gregory passa a torturar psicologicamente sua jovem esposa, fazendo-a acreditar que está enlouquecendo. A história passa a tomar um rumo diferente, embora embebida em suspense, quando o investigador Brian Cameron passa a desconfiar de Gregory.

Gaslight (À meia luz). Estados Unidos: 1944. Direção: George Cukor. Roteiro: John Van Druten, Walter Reisch, John L. Balderston, baseado na peça de teatro Angel Street, de Patrick Hamilton (1904–1962). Elenco: Charles Boyer, Ingrid Bergman, Joseph Cotten, Dame May Whitty, Angela Lansbury e outros. Música: Bronislau Kaper. Direção de fotografia: Joseph Ruttenberg. Edição: Ralph E. Winters. Direção de arte: Cedric Gibbons. 114 min, P&B, em inglês, com legendas em português.

Entrada franca

Não recomendado para menores de 12 (doze) anos

Comentários e críticas

Assassinato por morte

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Pequeno Festival
O RISO SAIU PELA CULATRA

No dia 28 de outubro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme Assassinato por morte, dirigido pelo cineasta americano Robert Moore (1927–1984). 

Sinopse

Cinco detetives são convidados pelo milionário Lionel Twain para jantarem em sua mansão. Twain os desafia a desvendar um crime que irá acontecer à meia-noite. Entretanto, quando o tal crime acontece, todos passam a suspeitar uns dos outros. Comédia elegante, com elenco impecável.

Murder by Death (Assassinato por morte). Estados Unidos: 1974, 94 min, em inglês, com legendas em português. Direção: Robert Moore. Roteiro: Neil Simon. Elenco: Eileen Brennan, Truman Capote, James Coco, Peter Falk, Peter Sellers, Maggie Smith.

Entrada franca

Livre para todos os públicos

A Estalagem Vermelha

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Pequeno Festival
O RISO SAIU PELA CULATRA

No dia 14 de outubro, terça-feira, às 19h30, o Cine-Fórum CCB (Jesuítas) apresenta o filme A Estalagem Vermelha, dirigido pelo cineasta francês Claude Autant-Lara (1901–2000).

Sinopse

No inverno de 1833, um grupo de viajantes, entre eles um monge (Fernandel) passa a noite em uma pousada isolada na região de  Ardèche, na França. O albergue é dirigido por um casal, Pierre e Marie Martin. A estalajadeira, durante uma confissão, diz ao monge que ela e o marido costumam envenenar os hóspedes, roubá-los e depois enterrá-los no jardim da propriedade.  O monge busca meios para salvar a si e aos demais hóspedes sem quebrar o segredo da confissão. Inspirado num conto de Honoré de Balzac que, por sua vez, baseou-se nos fatos supostamente ocorridos no “Auberge de Peyrebeille”.

L’auberge rouge (A Estalagem Vermelha). França: 1951, 98 min, P&B, em francês, com legenda em português. Direção: Claude Autant-Lara. Roteiro: Jean Aurenche. Elenco: Fernandel, Françoise Rosay, Marie-Claire Olivia.

Entrada franca.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos