A nau dos insensatos

11 DE JULHO
terça-feira − 19h30

Ship of Fools (A nau dos insensatos). Direção e produção: Stanley Kramer. Roteiro: Abby Mann, baseado no romance Ship of fools (1962), de Katherine Anne Porter. Música: Ernest Gold. Fotografia: Ernest Laszlo. Edição: Robert C. Jones. Design de produção: Robert Clatworthy. Decoração: Joseph Kish. Figurino: Bill Thomas. Elenco: Vivien Leigh, Simone Signoret, José Ferrer, Lee Marvin, Oskar Werner e outros.
― 1965, Estados Unidos. P&B, 2h 29min. Em inglês, alemão, espanhol, com legendas em português.

O filme mostra a história de diferentes passageiros a bordo de um navio que viaja do México rumo à Alemanha pré-Hitler. Durante longos 36 dias, vários personagens contam suas vidas e suas experiências. Há um discípulo do nazismo, um rico judeu, um dançarino franzino e sua trupe. Um médico, Wilhelm Schumann, fica frustrado por não conquistar a bela Condessa; há o nobre e amaldiçoado espanhol; o amor entre os dois jovens e artistas americanos. E há também Glocken, um anão filósofo que anuncia que aquela é a nau dos insensatos.

Livre para todos os públicos

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A sedutora Madame Bovary

20 DE JUNHO
terça-feira − 19h30

Madame Bovary (A sedutora Madame Bovary). Direção: Vincente Minnelli. Produção: Pandro S. Berman. Roteiro: Robert Ardrey, baseado no romance Madame Bovary (1857), de Gustave Flaubert  (1821–1880). Música: Miklós Rózsa. Fotografia: Robert H. Planck. Edição: Ferris Webster. Direção de arte: Cedric Gibbons e Jack Martin Smith. Elenco: Jennifer Jones, James Mason, Van Heflin, Louis Jourdan, Alf Kjellin e outros.
― 1949, Estados Unidos.  P&B, 1h 54min. Em inglês, com legendas em português.

Emma – sonhadora e de alma burguesa – casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa. Emma, cada vez mais angustiada e frustrada, busca no adultério uma forma de encontrar a liberdade e a felicidade.
Madame Bovary, de Gustave Flaubert, é uma das obras-primas do realismo/naturalismo francês. Sua publicação produziu tamanho impacto na sociedade que seu autor foi levado aos tribunais, acusado de ultraje à moral pública e religiosa e aos bons costumes. Em sua defesa, Flaubert dirá a célebre frase “Emma Bovary c’est moi!” (Emma Bovary sou eu). O filme inicia com a defesa de Flaubert no tribunal. Ao fazer sua argumentação, o autor narra aos espectadores o romance.

Não recomendada para menores de 14 (quatorze) anos

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